Michelangelo da IVI
Direto da CAIXA POSTAL do blog (petroleirorg@gmail.com):
Quando li, ouvi e vi a IVI (eles me obrigam a usar eco em figura de linguagem eheheh) babando pela obra prima renascentista… tive que sugerir uma ideia de escultura, pesquisando a VERDADE fora do CHATo GePeTo, a IA do Pinóquio:

Chat(o) GePeTo, a Inteligência Artificial da IVI

“Descobri que a IVI tem sua própria IA. Inspirados no seu Capitão, usaram o nome Gepeto, aquele “chato” que criou o boneco com cara de pau e nariz crescido.”
Corneteiro C. Zanatta de Ibirubá
Mesmo em tempos de dificuldade no futebol dentro de campo, os corneteiros colaboradores da de resistência contra a IVI não esmorecem.
Dessa vez chegou à redação do blog uma pesquisa que aponta a “fonte” utilizada pela Imprensa Vermelha Isenta, a IVI, para espalhar suas histórias mal contadas, suas invencionices e balelas repetidas ad nauseam até que se tornem ‘verdades’ para torcedores incautos e isentos vermelhos da mídia.
É a IA da IVI: Chat-o GePeTo, a inteligência artificial do Pinóquio.
Muitas delas têm sido expostas pelo blog desde sua criação em 2012. Entre tantas, segue uma pequena lista que o corneteiro leitor pode conferir clicando sobre cada item:
O admirável mundo velho tricolor
Ano após ano existe um ESPAÇAMENTO em TODAS AS PARTES do campo do Grêmio e Nenhum técnico resolve.
Defesa queijo suiço. Problema crônico dos últimos técnicos tricolores.
Brasileiro de 2023 – 56 gos contra
Brasileiro de 2024 – 50 gols contra
Brasileiro de 2025 – 50 gols contra
Brasileiro de 2026 – 7 gols em 3 partidas.
O sistema defensivo do Grêmio é uma tragédia. Tem números de Z-4. Renato,Mano, Quinteiros,Castro.Nenhum resolveu.
Agora parte da torcida do Grêmio pede Mano e Renato.É de enlouquecer.
Não tenho ânimo para escrever.O mundo velho de problemas do Grêmio me esgostaram.
Volto a escutar rádio no próximo sábado
“Quarenta anos de credibilidade” em um minuto e meio de isenção vermelha
O texto abaixo é uma transcrição fiel de vídeo disponível na internet.

O conteúdo caiu na categoria “dispensa comentários”, por isso a interpretação e avaliação pessoal de cada leitor é muito mais relevante do que qualquer apreciação da redação deste blog que, a propósito, já condecorou L. C. Reche com o título eterno de Capitão da IVI.
O referido título foi complementado e elevado recentemente com a comenda de Patrono Da IVI do Século XXI.

Futebol texano prefere o “gol average”

O gol average foi utilizado como critério de desempate em competições nacionais e estaduais de futebol no Brasil até o início da década de 1970.
Naqueles tempos de antanho era preciso saber, além de somar e subtrair, as outras duas das quatro operações fundamentais da matemática, entre elas a divisão.
E o gol average era justamente a razão entre gols marcados e gols sofridos por um time durante um torneio ou campeonato. Em 1971 o futebol brasileiro acompanhou a tendência mundial e o substituiu polo saldo de gols e a coisa toda ficou mais simples de entender e deixou de beneficiar equipes retrancadas, já que cada gol sofrido reduzia bastante o índice, enquanto os times que marcavam muitos gols, mas também sofriam bastante, eram prejudicados.
Pois eis que, conforme um colaborador do blog, nestes tempos em que a contratação de Luís Castro pelo Grêmio rompeu o looping texano que promoveu a volta de Mano Menezes ano passado, relatou que ouviu a seguinte pérola de um “identificado gremista”, durante um programa de debates no dia seguinte à partida contra o Botafogo na Arena:
-Eu prefiro uma vitória de 1 x 0 do que uma de 5 x 3.
MORAL DA HISTÓRIA : o futebol texano parou no tempo faz mais de 50 (cinquenta!) anos, porque a única motivação lógica para uma afirmação dessas é que ainda estivesse valendo o gol average como critério de desempate.
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