Corneta do RW

A IVI está está caída de amores

Agora a IVI encontrou um Suárez pra chamar de seu: Paulo César Pezzolano Suárez

O amor é lindo (não contém ironia). O amor não tem idade (não contém ironia). O blog é time amor desde sempre, como se comprova em posts anteriores, em que se pode encontrar, por exemplo, cenas de um belo casamento. Confere aqui: O casamento da Presidente com o corneteiro

A IVI, essa dama octogenária, também tem direito de amar. E assim tem sido neste ano que inicia seu outono com manifestações de isentos vermelhos e “identificados” caídos de amor por todo lado.

Pezzolano, um texano “legítimo” do lado oriental do rio Uruguai, é o galante cavalheiro que está arrasando corações da velha Imprensa Vermelha Isenta.

A propósito, a referência às origens de Paulo César faz lembrar que, ao passo que Luís Castro, treinador do Grêmio, é chamado recorrentemente de “o português” ou, mais carinhosamente (contém ironia) de “o portuga“, raramente se lê ou se ouve Pezzolano ser chamado em primeiro lugar de “o uruguaio” pela IVI.

Como comentou o editor-chefe do blog recentemento no seu perfil do X-antigo Twitter:

Quando o Inter perde, a culpa é do elenco, do Barcellos, do vidraceiro, do Padre, do gandula, da tabela. Quando vence é por causa da mão revolucionaria de Pezzolano.

Quando o Inter perde, a culpa é do elenco, do Barcellos, do vidraceiro, do Padre, do gandula, da tabela. Quando vence é por causa da mão revolucionaria de Pezzolano.

Andrezinho ‘Só Esportes Olímpicos” Silva está de volta

Faz tempo, o azul fascinado pelo vermelho Andrezinho Silva anunciou no X-antigo Twitter, que a partir de então só tuitaria sobre esportes olímpicos.

Nessa área ele é discípulo e parça de coberturas de Olimpíadas do seu guru Zé Alberto “Ataque de Nervos” Andrade, a quem, em recente cerimônia do RH da firma, entregou o troféu “40 anos de Isenção Vermelha” no bunker da IVI.

Andrezinho não pode ver defunto sem chorar, mesmo quando se engana de capela mortuária.

Ele aproveitou postagem de Jocimar CRECI Farina, que anda amolado por não ter mais o que falar da Arena, sobre uma encrenca imobiliária no judiciário do clube da avenida desviada, para envolver o Grêmio na parada.

O especialista da IVI em esportes olímpicos, para aliviar o peso da derrocada do time do coração do seu mestre e modelo Zé Alberto, achou por bem decretar a falência do Estado do RS e do futebol gaúcho, portanto levando o Grêmio de roldão, para dizer que tudo é a lesma lerda, como cantavam As Frenéticas, sem que houvesse qualquer senso de correlação ou nexo do assunto com alguma ocorrência atual desse tipo pelos lados do Humaitá.

A dupla dinâmica do Café com Vinagre

É dureza. A insalubridade da atividade de monitoramento da IVI está alcançando níveis críticos.

Felizmente, o blog conta com a colaboração de corneteiros muito fortes e saudáveis.

Direto de Ibirubá, por exemplo, chegou o comentário sobre o surto de raiva incontida do eterno Capitão da IVI durante a transmissão da partida em que saiu vencedor o campeão brasileiro de 1988, na casa do mesmo adversário, às margens do rio-lago Guaíba.

O plantão Flávio Fiorin sugeriu que o clube do coração do Capitão Reche teria que torcer pelo o do arquirrival Renato Portaluppi para não afundar ainda mais na tabela do Brasileirão*. Foi o que bastou para o Capitão espumar uma baba vermelho-escura pelos cantos da boca, enquanto vociferava que “respeita os números”, e isso mais aquilo do seu repertório de “40 anos de credibilidade”.

Passaporte obrigatório para trabalhar com o Capitão

Como observou o corneteiro Zanatta, descobriu-se uma nova norma no RH da rádio Nal-Nal, da IVI da Orfanotrófio, quase nova Ipiranga: só se contratam novos profissionais que disponham de passaporte de Concórdia, Santa Catarina, nas páginas do qual é carimbado em letras tamanho garrafão de vinho: É PROIBIDO CONTRARIAR O CAPITÃO.

O Ordenança Sinott foi aprovado com louvor no estágio probatório e, hoje, segundo atentos ouvintes que usam protetores auriculares para acompanhar o Café com Vinagre, fez mais uma demonstração de lealdade e parceria incondicional, que vai formando um dos duos mais icônicos da Imprensa Vermelha Isenta.

Depois do Capitão se referir que “um colega nosso disse que o Grêmio não seria o Grêmio se não fosse o Renato“, o Ordenança Sinott chutou a bola levantada com todo ardor: “quem foi este imbecil?“.

Naturalmente, ambos estavam se referindo, pelas costas, ao representante gremista nas bancadas da Nal-nal até há alguns dias atrás e que hoje faz parte de duas equipes de canais de streaming identificados com o Grêmio.

*siga o Canal do Capitão da IVI:

Capitão “pro bono” Reche, o ‘adevogado’ do Juventude

Como divulgado aqui no blog, o eterno Capitão da IVI, Patrono da IVI do Século XXI, resolveu advogar de graça pelo Juventude, todo elegante em sua beca verde com enfeites vermelhos, e protocolou uma Ação Revisional no glorioso INTER‑IVI, tribunal tão peculiar quanto seu presidente, Maurício Guiñaçççú Saraiva, que anda num nível de isenção vermelha capaz de conceder liminar até para pedido de música no Fantástico, quando seu clube do coração que é contemplado com três pênaltis na mesma partida, mas desperdice um deles.

Juventudista desde o berço, o Capitão agora estaria até articulando na Serra a criação da IVI verde, uma espécie de imprensa isenta… só que no modo clorofila, para equilibrar a paleta cromática do mundo jurídico‑esportivo do Rio Grande amado e esgualepado pela FGF, segundo o próprio.

Capitão Reche na cerimônia em que recebeu o título de Patrono do Século XXI da IVI

O Capitão pro bono Reche segue sua cruzada justiceira para anular as finais do Gauchão 2026.

Repete em cada canto e hora, da sua meia dúzia de espaços de fala nas mídias e 14 horas diárias de microfones de todos os tipos que não era para o SCI ter tomado três no grenal 450; que Bernabei não mereceu ser expulso; que Pavón deu um pontapé nele; que Artur é que deveria ter levado cartão vermelho; que Carlos Vinícius interferiu no lance do gol de Amuzu; que o áudio do VAR do grenal 451 “dá pena”; que o Juventude foi prejudicado três anos seguidos pela arbitragem em favor do Grêmio… e até lembra que Leandro Colorau Vuaden (!) se despediu da arbitragem ouvindo o VAR para apitar um pênalti sobre Luís Suárez…

O Capitão pro bono Reche segue como adevogado que não abre mão do jus sperneandi em favor do clube vizinho ao Parque Marinha do Brasil, mesmo que tenha que fazer um atalho pelo estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, para trazer o Juventude para a lide como “terceiro interessado”.

Tudo isso, sem jamais abrir mão de ostentar com orgulho nas faces rubicundas os seus “40 anos de credibilidade“.

Pesquisa

Assista e Inscreva-se!

Arquivo