IVI da Ipiranga coloca Juiz da Comarca (D’Alessandro) ao lado de Messi e Maradona


O bunker da IVI em dia de fúria deu um jeito de encontrar alguma coisa em comum entre Maradona, Messi e o Juiz da Comarca.
David Copperfield é o maior popstar da mágica. Ele não se contentou em tirar coelho da cartola. Fez um avião a jato sumir, Fez desaparecer um avião a jato, fez o mesmo com a Estátua da Liberdade e atravessou a Muralha da China y otras cositas más, tudo transmitido pela TV.
Quando ele achou pouco essas façanhas, resolveu levitar sobre o Grand Canyon e nunca mais parou de voar. Foi um sucesso, claro. Até que algum metido Mister Eme deu a morta: voar pelo palco fazer levitar espectadores era tudo baseado engenhosos sistemas de fios e cabos ultrafinos e resistentes, invisíveis ao público devido à iluminação cuidadosamente planejada e ao fundo escuro.

O bunker da IVI na Ipiranga se inspirou em Copeerfield e resolveu fazer mágica como ele.
A redação do bunker deu um jeito de usar fios e cabos de ligação que ninguém mais vê para criar uma publicação favorável ao seu clube do coração.
Mais uma vez a IVI se superou.
Conseguiu, por mais incrível que pareça, colocar Maradona, Messi e o Juiz da Comarca num mesmo título!
Legendas automáticas da IVI

O atento corneteiro colaborador Czanatta, de Ibirubá-RS, nas palavras do próprio, “saindo da bolha ilusória do football da Copa“, se deparou com essa pérola da diferença de estilos das editorias do bunker da IVI e da IVI do Centro.
Enquanto na avenida IVIranga, o autor da coluna, provavelmente porque já conhece bem o terreno onde pisa e os caminhos que levam à geladeira da redação do bunker, capricha no uso jargão corporativo e business e lasca “possíveis estruturas jurídicas e modelos de governança“, a IVI do Centro “realiza o prejuízo” e para dizer a mesmíssima coisa, escreve com todas as letras e siglas “recuperação judicial e SAF” inaugurando a aplicação do sistema de legendas automáticas do CP para matérias da GZH.

É possível que essa seja uma forte indicação de que a vaca está indo pro brejo e a situação esteja mesmo “pecuária”, digo, precária, pros lados da avenida Padre Cacique, pois são os raros os registros de “vestiário rachado” na IVI, com uma das sedes tentando “dourar a pílula” e a outra “enfiando o dedo na ferida” como nesses primeiros dias de julho.
Mick Jagger 2026

Arte: Aldo Votto
Dom Carvalho cravou na França. Vou acrescentar: o mundo inteiro cravou na França.
O problema é que Dom Carvalho está em má fase.Deu azar para os franceses.
No inicio da Copa fez um video indicando a Argentina como uma provável decepção no Mundial.Deu azar!
Depois fez uma previsão em que a Noruega “daria a bola” para o Brasil.E cravou na nossa seleção!
Pimba! Perdemos o jogo e tivemos a pior posse de bola da história das Copas.Deu azar
Agora o pavor está instalado nos palácios de Madrid.
Todo mundo apavorado com a possibilidade de Dom Carvalho anuncia a Espanha como campeão do Mundo (¿Por qué no te callas?)
Perda de gols na Copa com requintes de crueldade para o Presidente de Honra da IVI

O emérito presidente de honra da IVI, Maurício Guiññaçççú Saraiva, se puxou há alguns dias, depois da vitória da Colômbia na primeira rodada da Copa 2026, e lascou uma corneta estrambólica por conta do terceiro gol da seleção vitoriosa: “Gol na Copa com requintes de crueldade para a torcida do Grêmio“.
Isso porque Campaz, de passagem mediana no Humaitá, em temporadas ruins do clube, marcou para fechar o placar, depois de receber livre de marcação, com o jogo definido, aos 54 minutos do segundo tempo.
Corneteiros de todos os quadrantes entraram em contato com a redação do blog depois da partida do Equador contra Curaçao para dizer que esperaram, sem ilusão, uma flauta equivalente à torcida do clube da Padre Cacique invadida, depois do desempenho de Enner Valencia, que, naturalmente, relembrou a semi-final da Copa Libertadores de 2023, em que o atacante desperdiçou duas chances claras no segundo tempo do jogo de volta da semifinal da Libertadores de 2023.
A pesquisa exposta ao lado demonstra que o ceticismo dos corneteiros era justificado, haja vista que o egrégio presidente de honra da Imprensa Vermelha Isenta foi solidário com seus confrades torcedores porto-alegrenses e não tocou qualquer corneta ou flauta sobre as péssimas lembranças que os erros de Valencia trouxeram da derrota de seu clube do coração para o Fluminense de Fernando Diniz.

Para a torcida do Grêmio, requintes crueldade; para os torcedores vermelhos, camaradagem e apoio na hora do sofrimento.
Para a IVI o Congo ainda é Zaire e o ano de 2010 é o ano que não começou

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Já de volta de à sua plataforma de lançamentos, em Ibirubá/RS, o corneteiro Czanatta espantou-se com a memória seletiva da IVI.
Curiosamente, do Congo, a única lembrança vermelha isenta é que em 1974, na Copa da Alemanha, o país se chamava Zaire. Um fenômeno que tem uma ligação subterrânea com a sumária eliminação do ano de 2010 dos calendários da IVI.

Enquanto isso, uma fonte que muito pouca gente lê, o “site irmão” – como o chama, com aquela sua singeleza retórica característica, o presidente de honra Maurício Guinaçççú – relembrou uma ligação mais quente com o Congo, destino de refúgio do editor-chefe do blog quando a euforia vermelha isenta ultrapassa 9,9 graus na escala IVISTER.
Como anotou o coordenador da Central de Resistência contra a IVI da Região do Alto Jacuí, neste episódio em que voltou cinco décadas e pulou por cima da de 2010, a IVI parece aquele cidadão veteraníssimo que lembra do primeiro beijo na esposa, mas não lembra do último!!
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