A História do gigante Bayern e a…IVI!


O editor-chefe RW enviou hoje atualização da jornada europeia do blog. Durante visita à Allianz Arena, que substituiu o histórico Olympiastadion, em Munique, ele não pode deixar de relembrar a tentativa de criação de um mito, mais um entre tantos, por três dos grandes próceres da IVI:

Quatro times foram lendas nos 60 e 70: Real Madrid, do Puskas e Santos, do Pelé, nos primeiros. Nos anos 70, o Ajax de Cruyff, base da Laranja Mecânica, a seleção holandesa de 74 e o Bayern, tri campeão europeu e base da seleção alemã (Beckenbauer, Sep Mayer e Gerd Muller), que venceu a Holanda na decisão da Copa do Mundo disputada na então Alemanha Ocidental, dominaram o futebol mundial.
Mas Reche, Ibsen e David Coimbra conseguiram colocar o SCI como melhor time do mundo em 75/76…

Curiosamente, o Cruzeiro eliminou o vermelho de Porto Alegre de 76 na Libertadores e foi derrotado pelo Bayern, o vermelho de Munique, em duas partidas. O time alemão venceu por 2–0 em Munique e segurou um zero a zero no Mineirão, conquistando seu primeiro título mundial de clubes.
A imprensa vermelha isenta da Alemanha

O editor-chefe do blog ao longo desses 14 anos de luta de resistência contra a IVI se dedica também às pesquisas de campo sobre mídia de futebol, com ênfase em fontes históricas primárias.

Desta feita, a busca se tornou transatlântica e RW está na Europa para investigar in loco a possível existência de uma IVI na Baviera, que dá nome ao clube que usa camisetas vermelhas da sua capital, e sua influência sobre a Bundesliga, o “Brasileirão” da Alemanha.
Existem críticas naquele país de que, de fato, é possível se identificar um viés estrutural de cobertura, onde o Bayern recebe mais atenção por razões comerciais porque a lógica de audiência e monetização molda a pauta jornalística. Isso gera uma percepção pública de “favorecimento” ao clube, ainda que indireto.

É dito por lá, por exemplo, que, como o jornalismo esportivo está fortemente ligado a alcance, direitos de TV, publicidade e acesso aos clubes, se cria um “sistema” onde alguns clubes estão constantemente no centro — e nenhum deles atrai tanto interesse quanto o faz o Bayern.
Para que se possa ter uma ideia, este é um exemplo empírico da quantidade de matérias sobre clubes de futebol, no período avaliado, em dois dos principais meios que cobrem futebol na Alemanha: kicker, Bayern 35 x Dortmund 18; Sport1, Bayern 46 x Dortmund 20.
A crítica existente na Alemanha não é apenas esportiva, mas também midiática: ao tratar o domínio do Bayern como inevitável, a cobertura jornalística acaba dando ideia que “não tem pra ninguém”, o que tende a normalizar a cor vermelha do cenário.
Há críticas sobre a cobertura desproporcional ao Bayern, o que faz com que a mídia reforce (mesmo sendo “isenta”) a hegemonia, com uma narrativa repetida de dominância, menor visibilidade de outros clubes, o que acaba por impactar a percepção de competitividade.
A imprensa alemã pode até relativizar dizendo que é “efeito de mercado” ou “dinâmica de audiência”, mas o resultado prático é o mesmo de sempre: um clube domina, a cobertura gira em torno dele e todo mundo finge que isso é “assim mesmo…”
Quando o corneteiro em viagem olha de volta para o Brasil, percebe que qualquer semelhança com a condição de Flamengo e Corinthians, no âmbito nacional, e uns e outros ao nível estadual, não é mera coincidência.
Mudanças na geopolítica da IVI


A mudança da IVI da Orfanotrófio para a Avenida Ipiranga, a 700 (setecentos!) metros do Bunker da IVI , é a conclusão de uma orquestração de movimentos táticos de reposicionamento da Imprensa Vermelha Isenta que vêm se desdobrando há quase dois anos, desde a mudança da IVI do Morro para a PUC em março de 2024.
Analistas de geopolítica da mídia de futebol da capital gaúcha entendem que estamos diante de movimentos estratégicos com o fim de consolidar uma linha de defesa mais forte do Viaduto Mazembe e uma postura de contra-ataque em objeção à luta de resistência contra a IVI, que tem suas instalações e rotas operacionais situadas no quadrilátero Cidade Baixa – Santana – Farroupilha – Bom Fim em Porto Alegre e cujo epicentro é o Monumento ao Expedicionário no Parque da Redenção.


O jogo de forças, que sempre foi desproporcional na cruenta e desigual luta de resistência contra a IVI, ganhou, recentemente, novos contornos com o crescimento e o alcance de público acelerados pelos recursos de streaming e redes sociais. No entanto, não se pode esquecer que a IVI está em atividade há quase noventa anos, o que revela o exímio jogo de cintura estratégico que a fez se adaptar ao impacto do surgimento da televisão, o mesmo que, hoje em dia, ela tenta fazer com o imenso choque provocado pela internet na comunicação social.
Tudo indica que a migração das sedes da IVI do Morro e da Orfanotrófio para a Avenida Ipiranga seja mais uma manobra estratégica da veneranda entidade, que sentiu notória irritação por causa da repercussão das participações do editor-chefe do blog, Ricardo Wortmann, o Corneta do RW, em entrevistas para canais do Youtube, como o Canal do Gamba e o Papo Copero.
Na redação do blog, já há um movimento para que o Manual de Redação adote, a partir desta mudança da geopolítica da IVI, a nomenclatura Avenida IVIranga, para se referir à artéria urbana que se estende por dez quilômetros de extensão no sentido leste-oeste da cidade e que corre à “beira do valão”, como dizia Antônio Augusto, o saudoso plantão esportivo que atuou por mais de cinco décadas em várias equipes de transmissão de futebol pelas rádios de Porto Alegre.
Depois do Zeca 22 apareceu o Bernabei 30

O ano era de 2019
Leonardo Papoula e Rafael Vermelho Koling projetaram o lateral Zeca para a Copa de 2022.
3 anos antes da Copa.
Foi um rotundo fracasso

Não pensem que a IVI desiste!
Eles não se entregam. Nunca desistem.
Antes mesma da Copa de 2026, Rafael Diverio quer levar Barnabei para a Copa de 2030.
São invenciveis.Até o Guardiola ficou perplexo.

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