Perda de gols na Copa com requintes de crueldade para o Presidente de Honra da IVI

O emérito presidente de honra da IVI, Maurício Guiññaçççú Saraiva, se puxou há alguns dias, depois da vitória da Colômbia na primeira rodada da Copa 2026, e lascou uma corneta estrambólica por conta do terceiro gol da seleção vitoriosa: “Gol na Copa com requintes de crueldade para a torcida do Grêmio“.
Isso porque Campaz, de passagem mediana no Humaitá, em temporadas ruins do clube, marcou para fechar o placar, depois de receber livre de marcação, com o jogo definido, aos 54 minutos do segundo tempo.
Corneteiros de todos os quadrantes entraram em contato com a redação do blog depois da partida do Equador contra Curaçao para dizer que esperaram, sem ilusão, uma flauta equivalente à torcida do clube da Padre Cacique invadida, depois do desempenho de Enner Valencia, que, naturalmente, relembrou a semi-final da Copa Libertadores de 2023, em que o atacante desperdiçou duas chances claras no segundo tempo do jogo de volta da semifinal da Libertadores de 2023.
A pesquisa exposta ao lado demonstra que o ceticismo dos corneteiros era justificado, haja vista que o egrégio presidente de honra da Imprensa Vermelha Isenta foi solidário com seus confrades torcedores porto-alegrenses e não tocou qualquer corneta ou flauta sobre as péssimas lembranças que os erros de Valencia trouxeram da derrota de seu clube do coração para o Fluminense de Fernando Diniz.

Para a torcida do Grêmio, requintes de crueldade; para os torcedores vermelhos, camaradagem e apoio na hora do sofrimento.

Para a IVI o Congo ainda é Zaire e o ano de 2010 é o ano que não começou

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Já de volta de à sua plataforma de lançamentos, em Ibirubá/RS, o corneteiro Czanatta espantou-se com a memória seletiva da IVI.
Curiosamente, do Congo, a única lembrança vermelha isenta é que em 1974, na Copa da Alemanha, o país se chamava Zaire. Um fenômeno que tem uma ligação subterrânea com a sumária eliminação do ano de 2010 dos calendários da IVI.

Enquanto isso, uma fonte que muito pouca gente lê, o “site irmão” – como o chama, com aquela sua singeleza retórica característica, o presidente de honra Maurício Guinaçççú – relembrou uma ligação mais quente com o Congo, destino de refúgio do editor-chefe do blog quando a euforia vermelha isenta ultrapassa 9,9 graus na escala IVISTER.
Como anotou o coordenador da Central de Resistência contra a IVI da Região do Alto Jacuí, neste episódio em que voltou cinco décadas e pulou por cima da de 2010, a IVI parece aquele cidadão veteraníssimo que lembra do primeiro beijo na esposa, mas não lembra do último!!
A Estrela Dourada Everaldo Marques da Silva

Quando inicia uma Copa do Mundo, entre outras coisas, os gremistas veteranos, entre outras coisas, relembram com respeito e orgulho Everaldo Marques da Silva.
Ao buscar referências a Everaldo, que por óbvio deveriam ser feitas a cada Copa pelos veículos de comunicação que cobrem futebol, quase não se encontram e, em seguida, quando se buscam homenagens públicas permanentes, aí mesmo é que não se acha quase nada. E vem à mente a “pergunta que não quer calar”: como assim, só isso mesmo?
Atenção: o personagem de que se está tratando é o lateral titular da Seleção tricampeã de 1970, o único gaúcho – de Porto Alegre, morador de bairro com nome do seu destino, a Glória – daquele time.
A maior homenagem foi feita pelo clube, imediatamente após seu retorno do México. Everaldo virou a estrela dourada na bandeira do Grêmio.
Parece óbvio, por outro lado, que o nome dele deveria ser relembrado com ênfase, aparecer em letreiros por todo lado, instalações esportivas, avenidas e grandes praças e, a cada Copa do Mundo, ser tema de matérias de jornais, tevês, rádios, canais de streaming e redes sociais da grande mídia.
Só que não. #SQN
Dentro das quatro linhas, Everaldo é patrimônio incontestável. A homenagem institucional é formidável e impossível de ignorar: virou símbolo oficial eterno com a famosa estrela dourada na bandeira gremista e o Pórtico dos Campeões no saudoso Estádio Olímpico.
Ou seja, na cultura do futebol, Everaldo é um marco, entre um elenco que é dos maiores de todos os tempos. Mas quando a gente pisa na rua… a história muda.
Uma Avenida Everaldo Campeão de 70 seria algo a se esperar num lugar em que o futebol tem tanta importância no dia a dia de muita gente. E o que encontra na realidade? Um mapa pulverizado.
Um levantamento pelos municípios do Rio Grande do Sul revela que ruas com o nome do grande tricampeão existem, espalhadas por aí, na capital – bairro Partenon, na região metropolitana de Porto Alegre e Caxias do Sul, onde atuou no Juventude por empréstimo, quando tinha 20 anos de idade.
Não se pode afirmar que Everaldo esteja ausente, mas a presença é tímida, no “modo avião”.

Nesses tempos de redes sociais entrelaçadas com a grande mídia ainda potente, por exemplo, curiosidades que poderiam ser mote para postagens num tempo de busca insaciável por conteúdos, sequer se dá algum destaque à coincidência de que o narrador da maior rede nacional de televisão nesta Copa de 2026, por competência e circunstância, Everaldo Marques, é homônimo do campeão de 70.
Não há uma grande praça central de Everaldo. Não há um estádio público. Não há um ginásio de esportes de grande porte.
Fica a nítida sensação de que o tricampeão que deveria ser tratado como um mito, reforçado pela tragédia precoce de ter morrido aos 30 anos em acidente de trânsito em que o veículo que conduzia foi um prêmio pelo seu maior feito no futebol, mal e mal tem sua memória cultuada por veteranos torcedores que tiveram o privilégio de vê-lo atuar em campo.

E, como conclusão, fica a grande pergunta: por que Everaldo não tem seu merecido reconhecimento na escala e intensidade que é dada a outras figuras do passado do futebol do Rio Grande do Sul, que sequer obtiveram títulos em competições nacionais, para não falar de tamanha relevância histórica como a posse definitiva da Taça Jules Rimet?
Nessa época de bolão de resultados dos jogos da Copa, o blog propõe que os corneteiros e seguidores deem seus palpites: o fato de que atua no Rio Grande do Sul, há quase noventa anos, uma imprensa vermelha isenta, a IVI, estará entre os vários fatores que devem constituir a melhor resposta para a questão? Escolha seu palpite:
[ ] a IVI non ecxiste
[ ] isto é muita doença
[ ] sim
[ ] óbvio que sim
Central IVI das Eleições (e classificados de imóveis)*

será uma longa pausa para a Copa do Mundo…e até as eleições…preparemo-nos
O implacável Setor de Fiscalização da IVI não deixa passar nada: além dos informes dos tribunais eleitorais, pode-se esperar que a patrulha vá questionar se Arthur caiu na malha fina do imposto de renda, se Carlos Vinícius estourou o limite do cheque especial, se as vacinas de Pavón estão em dia e até mesmo se Brait está com o IPVA dos carros vencido…

A expectativa é de que, “pelo amor dos meus filhinhos”, como dizia o antigo narrador da Record, todas essas respostas do além chegarão entre o final da Copa do Mundo e as eleições de outubro.
Enquanto isso, Jocimar CRECI Farina continua compartilhando seus conhecimentos profundos da parte escrita em letras miúdas nos contratos imobiliários para manter seu currículo registrado no Conselho cheio de anotações de responsabilidade técnica sobre a Arena do Grêmio…

*com a colaboração dos corneteiros camisas 10 do blog mundo afora, entre eles, CZanatta, de cima do Atlântico, provavelmente…
A resistência contra a IVI presente na Europa

A luta de resistência contra a IVI, bem como contra a ditadura do futebol texano não tem refresco. O que resta é unir o útil ao agradável, sempre que possível.
O editor-chefe do blog, CZ, o correspondente de Ibirubá (por enquanto, segundo o próprio), e o corneteiro JJM de Criciúma estão neste momento encerrando excursões simultâneas por um roteiro que incluiu Portugal, Itália, Suíça, Alemanha e Bélgica.

Zanatta manda dizer à redação que “seguindo o exemplo do nosso Mestre RW, também buscamos o velho continente numa alternativa ao inevitável exílio futebolístico“. Da Itália, onde visitou o local da tragédia e prestou homenagem às vítimas do avião que transportava a equipe do Torino, em 1949, o colaborador do blog conta que um dos seus anfitriões nativos afirmou que “começamos a decadência pelo fim do limite de estrangeiros nos clubes… descuidamos da base e dos jovens locais!!!“, o que o fez lembrar da IVI e sua demolição de jovens da base na primeira falha cometida, enquanto esbanja babação e tolerância com muitos veteranos que “hablan” e não jogam nada.

Mas, como dizíamos, é preciso equilibrar a luta com o repouso entre contendas, assim, enquanto os corneteiros no Brasil seguem impressionados com a IVI sendo notícia da própria IVI, no caso do “corte” de Zé “Ataque de Nervos” Andrade da “seleção” do bunker da IVI pra Copa, RW e JMM competem amistosamente trocando mensagens e imagens que apontam as cervejas mais saborosas e as cervejarias mais antigas da Alemanha e Bélgica,

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