RW na Confederação Helvética em busca da solução de um grande mistério da IVI
O editor-chefe do blog segue suas pesquisas transatlânticas, nesta segunda semana, no país dos relógios, chocolates, canivetes, queijos e do “verrou” no futebol, o ferrolho suíço.
RW desceu das montanhas e está em busca da solução de um dos grandes mistérios da IVI desses dez anos mais recentes: de onde é que Rodrigo “TAS” Oliveira, o Zé Alberto Andrade da nova geração, um dos mais destacados “camisas vermelhas” do bunker da IVI“, tirou a ideia de que o caso Vitor Ramos seria decidido em favor do clube vizinho ao Parque Marinha do Brasil e viaduto Abdias Nascimento, vulgo Mazembe?
Acompanhado da presidenta do blog, RW está em Berna, distante 106 km de Lausanne – algo como Porto Alegre-Osório (celeiro de ases da IVI) – onde fica o TAS-CAS, mergulhado nos arquivos pessoais de ninguém mais ninguém menos do que Albert Einstein.






Não há conclusão até o momento dos estudos sobre a teoria usada por Rodrigo TAS Oliveira para sustentar seu prognóstico no caso Vítor Ramos, julgado em 2017 pelo Tribunal Arbitral do Esporte, em Lausanne, para onde foi destacado no início das suas viagens internacionais (atenção ao duplo sentido proposital) pelo bunker da IVI.

Nem Einstein com suas relatividades explica…
É provável que RW seja obrigado a voltar a Zurique para visitar a casa de Jung, discípulo e mais tarde crítico de Freud, que dizem que explica…

A História do gigante Bayern e a…IVI!


O editor-chefe RW enviou hoje atualização da jornada europeia do blog. Durante visita à Allianz Arena, que substituiu o histórico Olympiastadion, em Munique, ele não pode deixar de relembrar a tentativa de criação de um mito, mais um entre tantos, por três dos grandes próceres da IVI:

Quatro times foram lendas nos 60 e 70: Real Madrid, do Puskas e Santos, do Pelé, nos primeiros. Nos anos 70, o Ajax de Cruyff, base da Laranja Mecânica, a seleção holandesa de 74 e o Bayern, tri campeão europeu e base da seleção alemã (Beckenbauer, Sep Mayer e Gerd Muller), que venceu a Holanda na decisão da Copa do Mundo disputada na então Alemanha Ocidental, dominaram o futebol mundial.
Mas Reche, Ibsen e David Coimbra conseguiram colocar o SCI como melhor time do mundo em 75/76…

Curiosamente, o Cruzeiro eliminou o vermelho de Porto Alegre de 76 na Libertadores e foi derrotado pelo Bayern, o vermelho de Munique, em duas partidas. O time alemão venceu por 2–0 em Munique e segurou um zero a zero no Mineirão, conquistando seu primeiro título mundial de clubes.
A imprensa vermelha isenta da Alemanha

O editor-chefe do blog ao longo desses 14 anos de luta de resistência contra a IVI se dedica também às pesquisas de campo sobre mídia de futebol, com ênfase em fontes históricas primárias.

Desta feita, a busca se tornou transatlântica e RW está na Europa para investigar in loco a possível existência de uma IVI na Baviera, que dá nome ao clube que usa camisetas vermelhas da sua capital, e sua influência sobre a Bundesliga, o “Brasileirão” da Alemanha.
Existem críticas naquele país de que, de fato, é possível se identificar um viés estrutural de cobertura, onde o Bayern recebe mais atenção por razões comerciais porque a lógica de audiência e monetização molda a pauta jornalística. Isso gera uma percepção pública de “favorecimento” ao clube, ainda que indireto.

É dito por lá, por exemplo, que, como o jornalismo esportivo está fortemente ligado a alcance, direitos de TV, publicidade e acesso aos clubes, se cria um “sistema” onde alguns clubes estão constantemente no centro — e nenhum deles atrai tanto interesse quanto o faz o Bayern.
Para que se possa ter uma ideia, este é um exemplo empírico da quantidade de matérias sobre clubes de futebol, no período avaliado, em dois dos principais meios que cobrem futebol na Alemanha: kicker, Bayern 35 x Dortmund 18; Sport1, Bayern 46 x Dortmund 20.
A crítica existente na Alemanha não é apenas esportiva, mas também midiática: ao tratar o domínio do Bayern como inevitável, a cobertura jornalística acaba dando ideia que “não tem pra ninguém”, o que tende a normalizar a cor vermelha do cenário.
Há críticas sobre a cobertura desproporcional ao Bayern, o que faz com que a mídia reforce (mesmo sendo “isenta”) a hegemonia, com uma narrativa repetida de dominância, menor visibilidade de outros clubes, o que acaba por impactar a percepção de competitividade.
A imprensa alemã pode até relativizar dizendo que é “efeito de mercado” ou “dinâmica de audiência”, mas o resultado prático é o mesmo de sempre: um clube domina, a cobertura gira em torno dele e todo mundo finge que isso é “assim mesmo…”
Quando o corneteiro em viagem olha de volta para o Brasil, percebe que qualquer semelhança com a condição de Flamengo e Corinthians, no âmbito nacional, e uns e outros ao nível estadual, não é mera coincidência.
Mudanças na geopolítica da IVI


A mudança da IVI da Orfanotrófio para a Avenida Ipiranga, a 700 (setecentos!) metros do Bunker da IVI , é a conclusão de uma orquestração de movimentos táticos de reposicionamento da Imprensa Vermelha Isenta que vêm se desdobrando há quase dois anos, desde a mudança da IVI do Morro para a PUC em março de 2024.
Analistas de geopolítica da mídia de futebol da capital gaúcha entendem que estamos diante de movimentos estratégicos com o fim de consolidar uma linha de defesa mais forte do Viaduto Mazembe e uma postura de contra-ataque em objeção à luta de resistência contra a IVI, que tem suas instalações e rotas operacionais situadas no quadrilátero Cidade Baixa – Santana – Farroupilha – Bom Fim em Porto Alegre e cujo epicentro é o Monumento ao Expedicionário no Parque da Redenção.


O jogo de forças, que sempre foi desproporcional na cruenta e desigual luta de resistência contra a IVI, ganhou, recentemente, novos contornos com o crescimento e o alcance de público acelerados pelos recursos de streaming e redes sociais. No entanto, não se pode esquecer que a IVI está em atividade há quase noventa anos, o que revela o exímio jogo de cintura estratégico que a fez se adaptar ao impacto do surgimento da televisão, o mesmo que, hoje em dia, ela tenta fazer com o imenso choque provocado pela internet na comunicação social.
Tudo indica que a migração das sedes da IVI do Morro e da Orfanotrófio para a Avenida Ipiranga seja mais uma manobra estratégica da veneranda entidade, que sentiu notória irritação por causa da repercussão das participações do editor-chefe do blog, Ricardo Wortmann, o Corneta do RW, em entrevistas para canais do Youtube, como o Canal do Gamba e o Papo Copero.
Na redação do blog, já há um movimento para que o Manual de Redação adote, a partir desta mudança da geopolítica da IVI, a nomenclatura Avenida IVIranga, para se referir à artéria urbana que se estende por dez quilômetros de extensão no sentido leste-oeste da cidade e que corre à “beira do valão”, como dizia Antônio Augusto, o saudoso plantão esportivo que atuou por mais de cinco décadas em várias equipes de transmissão de futebol pelas rádios de Porto Alegre.
Depois do Zeca 22 apareceu o Bernabei 30

O ano era de 2019
Leonardo Papoula e Rafael Vermelho Koling projetaram o lateral Zeca para a Copa de 2022.
3 anos antes da Copa.
Foi um rotundo fracasso

Não pensem que a IVI desiste!
Eles não se entregam. Nunca desistem.
Antes mesma da Copa de 2026, Rafael Diverio quer levar Barnabei para a Copa de 2030.
São invenciveis.Até o Guardiola ficou perplexo.

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