Corneta do RW

Presidente Saraiva proíbe o alentaço gremista

Presidente de Honra da IVI, Maurício Guinaçççú Saraiva, acumula o cargo de presidente do Inferior Tribunal Especial de Recursos – INTER-IVI no mandato 2026-2027

A redação do blog confessa aos corneteiros seguidores e colaboradores a grande dificuldade que está encarando, por limitação de recursos, para acompanhar todas as barbaridades desta semana em que Deu a Louca na IVI.

Felizmente, o inestimável apoio dos corneteiros na luta de resistência contra a IVI espalhados pelo mundo afora não falta jamais e as informações do monitoramento diário chegam em tempo real pelos canais de comunicação do Sistema de Mídias Corneta do RW.

Mais uma das espantosas reações da IVI se deu ontem, 5/3, no Sala de Babação quando o Presidente de Honra da IVI, Maurício Guinaçççú Saraiva, em decisão monocrática como presidente do INTER-IVI proibiu o alentaço da torcida gremista antes do segundo grenal das finais do Gauchão 2026, porque seria como uma comemoração antecipada do título e, preocupadíssimo #SQN com o Tricolor Imortal, poderia prejudicar “o psicológico” dos atletas do Grêmio.

O craque do time da IVI de 2022, Cristiano “Pedro de Lara” Munari, o mais graduado dos “Camisas Vermelhas da IVI“, atuou no caso como advogado dativo da torcida do Grêmio.

Cristiano “Pedro de Lara” Munari, o segundo da esquerda para a direita, entre os Camisas Vermelhas do bunker da IVI

“Pedro de Lara” Munari, se portou em consonância com a ética do cargo, e ainda que sem muito entusiasmo, discorreu sobre o conceito e as origens do alentazo, enfatizando que é um recurso utilizado especialmente pelas hinchadas argentinas, antes de decisões “fora de casa”, haja vista que o apoio presencial será muito restrito ou, em alguns casos, até mesmo impossibilitado por regras de segurança pública.

Mesmo com a exposição do dativo, o Presidente Saraiva manteve-se irredutível:

– “Não pode ter alentaço da torcida do Grêmio e pronto“.

2ª Turma do INTER-IVI anula o resultado do Grenal nº 450 e adota demais providências

O presidente e cinco Embargadores do Inferior Tribunal Especial de Recursos da Imprensa Vermelha IsentaINTER-IVI reuniram-se nessa madrugada e acabaram com essa zona toda que estava rolando por aí essa semana.

Era muito mi-mi-mi, muito chororô, lenga-lenga, disse-me-disse, ti-ti-ti, zum-zum-zu, blá-blá-blá, mi-mi-mi e nhe-nhe-nhém.

A 2ª Turma do INTER-IVI resolveu decidir e pronto: o Grêmio não poderia ter vencido o grenal na Arena e está acabado. O Inferior Tribunal já concedeu liminar para o segundo grenal das finais: o Grêmio tampouco pode ser o vencedor do grenal nº 451 e, por oportuno, nenhum outro mais daqui para a frente.

Decisão redigida pela IA da IVI, a Inteligência Artificiosa da Imprensa Vermelha Isenta, com auxílio do Copilot

Ex-isentos vermelhos abanam carvão em brasa

Alexandre Ernst e Leandro Behs, almas gêmeas

Leandro  Behs chegou ao hepta na IVI. Behs foi escalado por sete anos consecutivos, de 2013 a 2019, em todos os primeiros times da IVI.

Ernst formou dupla de volantes mordedores com Behs no time da IVI de 2015.

Por terem saído do armário e assumido sua paixão pelas camisetas encarnadas do clube do Menino Deus, hoje não são mais da IVI. São ex-isentos vermelhos.

O blog é muito grato a esses vultos históricos da Imprensa Vermelha Isenta. Eles, que estiveram sempre entre os mais mal-humorados e furibundos antagonistas e detratores do Corneta do RW, desde 2012, atualmente são a cabal comprovação diária daquelas motivações que impulsionaram a criação da luta de resistência contra a IVI.

A ex-isenção vermelha de ambos é escancarada ao vivo na IVI do Morro e na IVI da Orfanotrófio – além das atuais “carreiras solo” nos streamings, onde já atuaram associados num canal “identificado” do Youtube.

Neste momento de colapso público da IVI, com quantidade raramente vista antes de surtos com olhos esbugalhados de isenção vermelha, os ex-isentos têm sido os responsáveis pelas cenas de destrambelhamento explícito, indicadas apenas para faixa etária acima do 18 anos, na semana entre o primeiro e o segundo grenal pelas finais do Gauchão 2026.

Capa de vídeo de Ernst

Mais vale um aviso hoje do que um lamento amanhã

Neste contexto, é que se encaixam as manifestações resumidas pelas imagens com uma postagem de Behs e a capa de um vídeo de Ernst.

Os ex-isentos Behs e Ernst foram escalados no Time de Ouro da IVI, nos 10 anos do blog

Como já nos ensinou um grande sábio da Idade Média(!!!), a real é que cada pessoa, e, no caso, cada torcedor de futebol, entende as mensagens do jeito que faz sentido para ela. Ou, como diz a moçada: “manda bom dia com letras coloridas pro grupo de zap da família, o tiozão entende como indireta e todo mundo já entra numa treta que dura a manhã toda…”.

Dois questionamentos se erguem num caso como esse:

  1. Será que a dupla de ex-isentos e ex-vozes gigantes vermelhas desconhece o poder que têm à sua disposição e a responsabilidade decorrente dele?

    2. Será que a dupla não vê relação entre suas falas de torcedores “barra brava”, bombadas pela força grande mídia em que atuam e reforçadas pela difusão instantânea propiciada pelas redes com um provável aumento do risco de comportamentos violentos dentro e fora do campo?

      Deu a louca na IVI

      Com a colaboração do corneteiro Andrei Martins, perfil no X @Zoahdito

      Quando o árbitro Anderson Daronco encerrou o Grenal nº 450, não foi só o time do Menino Deus que entendeu que tinha levado um “chocolate”: a famosa Imprensa Vermelha Isenta (IVI) também derreteu ao longo da partida como um chicabon no sol.

      Liderados pelo eterno Capitão da IVI, muitos craques vermelhos isentos, que desde o grenal anterior falavam com a pompa de gurus do futebol, tiveram uma pane geral, misturando estatísticas obscuras com chiliques dignos dos dramas das novelas mexicanas.

      As cabines e estúdios da IVI viraram verdadeiros barris de vinagre, com os analistas “isentos” reclamando de tudo: do técnico ao roupeiro e até dos cartomantes de tarô que fazem previsão no Youtube.

      As rádios, na segunda-feira, 2, pareciam um tribunal medieval, julgando árbitros, jogadores, a Federação, e até os cuidadores do estacionamento da Arena, como se tivessem sabotado o ônibus da delegação que veio da zona sul de Porto Alegre.

      As bancadas de debate pós-jogo se transformaram em sessões de terapia coletiva, onde cada vermelho isento tentava apagar o vexame com teorias conspiratórias sobre a grama infestada de micuins ou a temperatura muito baixa do ar-condicionado dos vestiários.

      No fim, a derrota alvirrubra foi só mais uma no campo do Grêmio, onde há ampla prevalência tricolor.

      Mas um verdadeiro brinde especial para os corneteiros que apoiam a luta de resistência do blog foi o espetáculo do colapso épico do ego inflado dos isentos vermelhos, que caíram do pedestal da Rodada 5 do Gauchão direto para a comédia “Deu a louca na IVI” da primeira partida das finais de 2026.

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