Virou titulo
Postado por RW
Lembram quando o Inter eliminou o River Plate nas OITAVAS de finais da Libertadores,após 18 cobranças de pênaltis?
A classificação virou título! Grande festa no Bunker da IVI e na IVI do Centro.Na IVI da Orfanotrófio, a charanga foi comandada pelo Capitao Reche.
O decano Hiltor Mombach transformou o goleiro do Inter em um novo Manga.

De novo a IVI busca um titulo para os vermelhos.
Fizeram a Taça da Classificação em 2023. Agora criaram o troféu do Escapamento em 2025.
Enquanto isso,a imprensa do centro do país assiste com perplexidade as comemorações no Texas pela permanência vermelha na série A.

Fico imaginando as manchetes da IVI, caso isso acontecesse com o Grêmio:
“Campeonato brasileiro péssimo do Grêmio projeta futuro terrível para o torcedor”
” Objetivo do Grêmio em 2026 é se manter na Série A”
Seria assim. Com certeza seria assim.
Iriam investigar quem pagou os débitos com os jogadores antes do último jogo.
Afinal : quem botou as contas em dia?

Esqueçam! A IVI não tem interesse neste assunto.
O fim da grenalização
O blog abre espaço para a colaboração do corneteiro Aldo Votto, gremista voluntário da luta de resistência contra a IVI, radicado além-Mampituba há mais de trinta anos.

A grenalização como emulação estimulante e permanente entre Grêmio e Internacional se exauriu. Há tempos ela se degenerou num processo doentio e deletério, o grenalismo.
O marco do fim foi exatamente há vinte anos, em dezembro de 2006, quando o Sport Clube Internacional conquistou o título de campeão mundial interclubes, o maior título possível para equipes de futebol profissional até então.
A grande importância da competição entre a dupla grenal foi ter possibilitado duas agremiações com origens na primeira década do século vinte, cujas sedes estão situadas em um estado periférico do Brasil, mais precisamente na sua capital de porte médio entre as demais do país, chegarem à posição de maior destaque no futebol internacional de clubes.
Da origem na primeira década até a metade do século XX, a disputa entre os clubes azul e vermelho ficaram virtualmente apenas no âmbito municipal e estadual.
Os anos 50 elevaram Grêmio e Internacional a alguma projeção nacional: o Inter por sediar no seu estádio uma partida pela Copa do Mundo e por representar e trazer o primeiro título internacional da Seleção Brasileira, campeã do Pan Americano de 1956, e o Grêmio por ter inaugurado o campo do Olímpico, que chegou a ser considerado, à epoca, o maior estádio particular do mundo.
O futebol gaúcho viveu momentos marcantes a partir da década de 1960, quando o Olímpico foi palco de uma hegemonia gremista com doze títulos em treze disputados até 1968. Logo após, a inauguração do Beira-Rio impulsionou o Internacional a conquistar o octacampeonato estadual.
Nos anos 1970, o Inter alcançou três títulos nacionais, consolidando o Rio Grande do Sul como protagonista no cenário brasileiro. Já nos anos 1980, o Grêmio buscou igualar-se ao rival e conquistou seu primeiro título nacional em 1981, seguido pela Libertadores e o Mundial de Clubes em 1983, enquanto o Internacional trouxe ao país a primeira medalha olímpica no futebol, a prata em 1984.
Na década de 1990, a rivalidade se intensificou em uma verdadeira gangorra de conquistas e quedas. O Grêmio, após ser rebaixado à segunda divisão, ressurgiu com títulos importantes como a Copa do Brasil em 1994 e 1997, a Libertadores em 1995 e a Recopa em 1996. O Internacional, por sua vez, conseguiu apenas a Copa do Brasil de 1992, mantendo-se competitivo, mas sem igualar o brilho internacional do rival.
É nesta inflexão rumo aos anos 2000 que o grenalismo começa a viver seus estertores. Deste tempo é um indicador do quão potente e nefasto é este ismo baseado no esporte mais popular do mundo.
O grenalismo conseguiu superar até o bairrismo, o chamado ‘orgulho de ser gaúcho’, a ponto de não reconhecer que nasceu em Porto Alegre um dos jogadores mais brilhantes e queridos pelas torcidas e pelos colegas futebolistas de todo o mundo em todos os tempos, Ronaldo Assis Moreira.
Colorados não o admitiram por ser gremista e gremistas o renegaram por ter exposto o clube a uma suposta “traição” profissional e numa segunda oportunidade, por uma “deserção” intencional, ao deboche da torcida rival e Ronaldinho, que levou o gentílico “Gaúcho” como aposto para os degraus mais altos da história do futebol mundial é menos reconhecido no estado hoje do que alguns jogadores estrangeiros medíocres que jogaram na dupla.

Enquanto o Grêmio, mais uma vez, descia endividado para os porões do futebol brasileiro, o Internacional iniciava sua trajetória final para alcançar a igualdade histórica com seu clássico adversário.
Na primeira década dos anos 2000, o Internacional viveu seu auge ao conquistar duas vezes a Libertadores, além do Mundial Interclubes e a Recopa em 2006, se autoconcedendo o título simbólico de “Campeão de Tudo”.
Entretanto, essa fase de glórias acabou por gerar um período sombrio, em que o clube declarou a si próprio que já não tinha novas conquistas a alcançar e o grenalismo passou a se sustentar em comparações menores e “para baixo”, como número de rebaixamentos, tempo sem títulos nacionais, estatísticas de clássicos, propriedade os estádios, em vez de se pautar pelas grandes vitórias mundo afora.
O ápice dessa gangorra histórica ocorreu em 2016, quando o Grêmio ergueu a Copa do Brasil e o Internacional foi rebaixado à segunda divisão, simbolizando de forma eloquente a alternância de destinos da dupla.
A longa cronologia de rivalidade entre azul e vermelho, marcada por glórias e quedas, demonstra que mais do que os títulos individuais, foi a própria competição apaixonada entre os dois clubes que se consolidou como a verdadeira vencedora na história do futebol gaúcho.
A conclusão da análise da trajetória paralela de ambas as instituições é única e límpida: jamais uma delas teria chegado onde chegou se a outra não existisse e fosse igualmente tão importante e duradoura na história do futebol do Rio Grande do Sul.

O grenalismo está esgotado desde que ambos alcançaram seu lugar entre os maiores do futebol mundial.
No entanto, cabe lembrar que, embora campeões interclubes, Grêmio e Internacional estão, em vários sentidos, há dez mil quilômetros de distância da mais bem sucedida rivalidade de dupla do mundo: Barcelona e Real Madrid.
Daqui para frente, caso persista a comparação como norma da relação entre o Imortal e o Clube do Povo, que já ocorre há duas décadas pelo critério do “menos pior”, só poderá haver um resultado para os dois clubes: cada vez mais frequentes e humilhantes fracassos esportivos.
E não deve ser surpresa caso ocorra em 2026, em vez do rebaixamento dos dois grandes clubes da maior capital do Nordeste, como no Brasileirão recém-encerrado, a queda simultânea dos arquirrivais de Porto Alegre.
Paulinho “Projeção” Pires dá palestra no Curso de Probabilidades Improváveis da IVI

É comovente o esforço matemático da IVI nesses últimos dias.
É um tal de fazer contas e prognósticos de resultados desde às 6 horas da matina, até a meia-noite nas várias subsedes da Imprensa Vermelha Isenta.
Segundo um “identificado” vermelho da IVI da Orfanotrófio, são oito em cada dez jornalistas e radialistas da aldeia a sonhar com o elefante ultimamente, que vem a ter o número 47 no seu grupo.

A esperança da IVI agora está toda depositada no tático revolucionário Imponderável de Oliveira, teórico carioca, primo em segundo grau de Sobrenatural de Almeida, consagrado pelo cronista e dramaturgo irmão do Maracanã, digo, do jornalista Mário Filho, Nelson Rodrigues.
Imponderável de Oliveira se especializou em arranjos táticos acrobáticos e anímicos 3D para “tiro curto” de duas partidas e, dizem, uma obra dele é o livro de cabeceira do amigão do Capitão da IVI, que chegou para completar oito passagens pelo clube nas margens aterradas do Guaíba.
O cara certo que deu errado no futebol texano

Os corneteiros colaboradores que monitoram a IVI diariamente e são as maiores fontes da redação do blog detectaram um diálogo peculiar no meio do “tsunami da paixão” da IVI nesta segunda-feira, o day after da chegada do Soldador da Pátria, que veio para consertar o Titanic vermelho adernado na Baía de Guanabara da Série B 2026.
Durante a manhã, o Capitão da IVI e seu fiel escudeiro Flávio Dal avaliaram, chocados, o desempenho do ex-volante do seu clube do coração, Baralhas, que deu “carrinho de cabeça” na última rodada, defendendo galhardamente seu clube atual, o Vitória, que também luta para não cair.
Dal observou que o SCI trouxe Baralhas do Atlético Goianiense em vez de buscar Marlon Freitas que foi para o Botafogo campeão de temporadas passadas. Para ele, contrataram o cara “errado” à época.
Não, não, não, Dal. Para os texanos não há qualquer dúvida que Baralhas era o cão de guarda, o volante mordedor modelo do futebol preferido do Texas.
O único problema é que não jogou nada enquanto esteve pelos lados do Menino Deus. Não era o cara errado para vir, apenas o cara certo que deu errado e, agora, faz sucesso sujando o calção de barro na Bahia.
A IVI agora é Mengão

A IVI acaba de fechar convênio até o final do Brasileirão com a FLAPRESS.

O nível de estresse dos poucos craques isentos vermelhos que restam – ênfase em isentos, porque vermelhos há muitos pela mídia do Texas – está altíssimo.
Ocorre que eles estão torcendo para o Flamengo na Libertadores da América. Caso o Palmeiras seja o campeão, o jogo no dia 07 de dezembro será por laranjas em Fortaleza.
O SCI pode estar dependendo do resultado dessa partida para não cair no precipício da Segundona.

Por via das dúvidas, o bunker da IVI está atualizando o seu Manual de Narração, … Sai “Segundona”, entra “Série B”, mas Luciano Périco só vai poder chamar a competição de Brasileirão (bem alto) da Série B (bem baixinho).
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