Corneta do RW

O decano da IVI virou defensor dos ‘frascos e comprimidos’

Depois de uma viagem de mais de 1.500 km feita em milissegundos, chegou pelo smart-pombo-correio do editor-chefe do blog, uma mensagem do atento corneteiro, Diogo Silveira, morador de Oliveira, Minas Gerais.

Mesmo com a cidade onde nasceu Alberto Valentim – isso mesmo, o técnico aquele…- de cabeça pra baixo por causa da folia do bloco Cai-N’água, tradicional do carnaval oliveirense inspirado pelo de Veneza, Diogo mandou uma quente e malcheirosa de Hiltor Mombach, o Decano da IVI.

Os corneteiros colaboradores sempre apoiam a edição do blog

É isso mesmo que se pode ler no recado do zapzap. Mombach está aproveitando este carnaval para rasgar os últimos trapinhos da sua fantasia de vermelho isento, se escorando numa suposta “justa causa” de defesa dos mais fracos, para mais uma vez regurgitar fel contra o Grêmio.

De quebra, é claro, defende o clube do qual desde criancinha é torcedor fanático; ele sim, e não os gremistas a quem tachou dessa forma porque idolatram merecidamente Luis Suárez.

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Uma velha lorota da IVI foi atualizada e agora virou ‘fake news’ repetitiva

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O Álbum dos Ídolos da IVI tem sido muito bem recebido, bem como tem contado com valiosas contribuições de corneteiros de todo o mundo. A criação de ídolos falsianes é, sem dúvida, uma das especialidades da IVI, mas ela não para por aí.

A IVI cria mitos.

Um dos significados do termo “mito” se refere a um fato cuja ocorrência, existente na imaginação das pessoas, não pode ser comprovada e, portanto, pertence ao mundo da ficção. Isto é, quando se deixa a diplomacia de lado, mito também quer dizer ‘mentira‘. Não é à toa que o sujeito que tem tendência doentia para mentir é chamado de mitômano.

A IVI é pródiga em criatividade e, ao longo de sua história, contou com o auxílio luxuoso de notáveis de fora do jornalismo esportivo, os quais compõem as FAIVI, Forças Auxiliares da Imprensa Vermelha Isenta. Entre eles, estão brilhantes escritores colorados e humoristas influentes, como, por exemplo, os cartunistas que mantinham produção diária nos grandes jornais de Porto Alegre. Marco Aurélio e Sampaulo estão entre esses últimos.

Um dos tantos mitos criados pela IVI foi recentemente reiterado num ataque de modéstia de Rafael Sóbis, em que ele próprio se ombreia com Fernandão e Falcão durante uma entrevista a ESPN. Ele insiste em se referir à imagem de Falcão empurrando um carrinho de mão carregado, supostamente “ajudando na construção do Beira-Rio”.

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Trata-se um mito criado e amplificado pela IVI. Uma ficção. Uma foto produzida e posada, feita especialmente para uma ilustrar matéria laudatória sobre o jogador, já em meados da década de 70. Em resumo, uma peça publicitária.

Falcão chegou a Porto Alegre em 1968, aos 15 anos de idade. O estádio foi inaugurado em abril de 1969, ao final de obras que se estenderam 10 anos, desde a primeira estaca implantada ou 6, se for considerada a data do lançamento da pedra fundamental em 1963.

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O incentivador e colaborador do blog A. Leão – @___Leao____ – enviou a imagem acima, com o destaque para o automóvel ao fundo da foto. Este modelo, FIAT 147, foi lançado pela filial da montadora italiana no Brasil em 1976, sete anos após a inauguração do estádio. Portanto, tratava-se provavelmente de uma obra complementar, de reforma ou manutenção das instalações.

A luta de resistência contra a IVI, às vezes, cansa. Uma mentira repetida até enjoar, em especial por uma mídia empresarial poderosa como a IVI da Ipiranga, infelizmente, vira verdade. Sóbis, aparentemente, é mais um daqueles que acreditaram nela.

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Tudo entre amigos, como nos tempos antigos

Há oito décadas que não muda nada nas relações entre a imprensa isenta e um dos dois clubes de futebol de Porto Alegre que têm estádios com campos de grama natural.

O corneteiro JAF, da Restinga, é gremista, aposentado e complementa o ordenado do INSS com a grana que recebe por seu trabalho como motorista de aplicativo. JAF há muitos anos é um grande colaborador do blog por meio de pesquisas e propostas de pautas.

A mais recente colaboração do corneteiro JAF da Restinga

É isso mesmo. O corneteiro JAF mandou as evidências de que há 80 (oitenta!) anos não muda nada nas ligações perigosas que a ‘imprensa esportiva’ mantém com o lado vermelho da dupla grenal.

Na década de 40 do século passado, o líder dos ‘cronistas esportivos’ era Cid Pinheiro Cabral, irmão de um presidente1, pai de um diretor-mandarim do SCI2 e nome da Sala de Imprensa do seu estádio onde há uma homenagem numa placa com a frase de sua autoria: “Eu passei 34 anos sem dizer que era colorado; sempre confiei na inteligência dos leitores“.

Atualmente, é Rogério Amaral o presidente da entidade dos ‘cronistas esportivos do RS’ que participa de eventos políticos lá pelos mesmos lados da cidade.

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A curiosa coincidência entre a data de fundação da entidade isenta e a época do chamado ‘rolo compressor’ está registrada em monumento, na Praça Memorial Eucaliptos, em Porto Alegre, como se pode ver a seguir:

R. Silveiro, 178 – Menino Deus, Porto Alegre – Praça Memorial dos Eucaliptos

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Segue o link para aqueles que desejarem ler na íntegra o documento histórico da Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos – ACEG ==> AQUI <==

  1. Ephraim Pinheiro Cabral, presidente do Internacional nos anos de 1951, 1952, 1960, 1966 e 1967.
    Foi vereador de
    Porto Alegre nos períodos de 27/11/1952 a 30/11/1952; e de 19/10/1955 a 28/10/1955 e o autor do Projeto de Lei do Legislativo Nº 63/56, que previa a doação de uma área por parte da Prefeitura para construção do estádio que hoje ocupa alguns metros de uma das pistas de rolamento da avenida Padre Cacique. ↩︎
  2. Cláudio Cabral, dirigente do Sport Club Internacional por mais de duas décadas. Diretor de futebol em 1969, 1970 e 1978. Integrou o movimento diretivo chamado de “Mandarins” junto com, entre outros, Ibsen Pinheiro, Ivo Côrrea Pires e Hugo Amorim que naqueles antanhos migraram para a “crônica esportiva”, num fenômeno provavelmente único no futebol de todas as querências mundo afora… ↩︎

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William Pottker é mais um ídolo da IVI no álbum de figurinhas

Corneteiros empolgados para ampliar a coleção das figurinhas do Álbum dos Ídolos da IVI

É “cada enxadada, uma minhoca“, como dizia o Pofexô Luxemburgo que, há pouco mais de uma década, escalou o time do Imortal em 91 partidas.

Hoje o blog acolhe mais uma indicação dos corneteiros que se engajaram com entusiasmo no conceito de interatividade do Álbum dos Ídolos da IVI. William Pottker virou figurinha.

Craques da IVI usam desde trocadilho engraçadinho com o nome do jogador a estatísticas positivas para “turbinar” Pottker

Pottker descreveu o mesmo arco de muitos dos “ídolos da IVI”. Antes mesmo de chegar, foi tratado com desvelo e aplausos. Na primeira temporada ganhou protagonismo nas pautas da IVI.

A partir da seguinte, por dificuldades técnicas em campo e lesões, começou a ser tratado com a insatisfação de torcedores frustrados e em seguida despencou no gosto dos luminares da IVI.

W. Pottker, fig.nº 39

No final da estada de Pottker no Menino Deus, não faltaram manifestações de regozijo dos ivistas pela sua venda para o Cruzeiro em 2020.

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Nico ‘El Diente’ López, também é figurinha do Álbum dos Ídolos da IVI

Nico López é figurinha dos ídolos da IVI indicada pelo corneteiro Renato D.

Nicolás López é um exemplo perfeito para ilustrar a jornada clássica do ídolo da IVI, que se aproxima bastante das trajetórias dos heróis da História e das histórias.

O ídolo ‘tá lá no clube dele jogando bola numa boa. Aí acontece o chamado à aventura: se for da base, para virar profissional; se vier de outro time, pra jogar no Menino Deus.

Às vezes, entre aqueles que já são profissionais, o cara vacila e até refuga no início. Nessa hora aparece algum mentor, quase sempre o empresário, que dá as dicas para o futuro ídolo encarar a empreitada.

Tudo começa com os festejos antes(!) da chegada do pretendido ídolo da IVI.

A fase da negociação e anúncio da jornada do ídolo Nico ficou a cargo de Léo “Papoula” Oliveira

O futuro ídolo deixa o seu lugar sereno e entra no mundo vermelho da aventura. Como todo herói, encara testes, faz parças e enfrenta adversários.

Depois, ele vai chegando ao grande desafio, no caso, ganhar algum título pelo SCI. E se vê, às vezes, diante de testes de vida ou morte, como algum grenal importante ou decisão de mata-matas.

Até alcançar o ponto crucial do caminho, para entrar na caverna dos zagueirões malvados, encarar o monstro da lesão grau 3, etc… o ídolo é apoiado incondicionalmente, incensado, tratado pelo apelido, festejado em cada aspecto pessoal e profissional que a IVI descobre e revela por meio de suas mídias. O jogador que chegou vira “o cara“.

A IVI toca por música. Exemplo de quatro notas positivas da IVI da Ipiranga sobre Nico, no período aproximado de duas semanas

Eis que a coisa toda começa a se transformar numa baita encrenca quando o novo ídolo não supera a provação como esperado pela IVI. Neste trecho do percurso do novo ídolo, aparecem os seus defensores.

A defesa de Nico feita por Diego ‘Pipoca’ Olivier e Rodrigo Oliveira

Quase sempre os protetores são os mesmos que o receberam como se fosse um personagem da Marvel que jogasse futebol e que, em seguida, se juntam àqueles que batem no ídolo em desgraça, o qual passa a levar pancadas por todos os lados dos isentos vermelhos, em pleno e escancarado ânimo de torcedores frustrados e com raiva.

Nico começa a levar pauladas dos ivistas que passam da decepção à fúria em conjunto

Depois de dar com os burros n’água e apanhar como boi ladrão dos isentos, os mesmos que o idolatraram, começa a volta do ídolo ao mundo comum de algum outro clube mundo afora.

Craques da IVI batendo, com diferença de poucos dias, no mesmo ponto de grande negócio que o ídolo se transformou para o SCI e só anos mais tarde divulgando quanto custou a brincadeira…

Na última etapa da jornada de ídolo da IVI, o jogador é purificado e renasce na forma de grande venda e muito dinheiro para a tesouraria do clube da Zona Sul.

‘El diente’, enxotado pela IVI e inspirado pelo apelido, foi embora para se juntar aos Tigres do México

Os aplausos e urras saudando o “negócio da China” que o ex-ídolo rendeu é um jeito todo especial da IVI, como uma torcida organizada desiludida, dizer: “Já vai tarde!

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