Noite muito triste na redação do CornetadoRW.
Isto não é raro.
Não tenho nenhum grupo de watshapp com o nome de CornetadoRW.
Aliás.
Não tenho nenhum grupo de watshapp vinculado ao futebol praticamente desde 2.018.
Experiências passageiras antes de 2.018 em grupos de watsapp me fizeram desistir desta militância.Participei ativamente anteriormente de um grupo denominado “pavões da corneta”.Entre “saidas e entradas”no período 2.018 e 2.019 deste grupo,me desvinculei completamente de discussões de futebol em “grupos” desde o fatídico 5 X 0 contra o Flamengo.
Não estou em grupo de conselheiros.
Não tenho grupo de amigos gremistas.
Não tenho grupo de mulheres gremistas.
Não tenho grupo de escoteiros gremistas.Não tenho grupo de igrejeiros gremistas.
Não tenho grupo de vegetarianos gremistas.
Não tenho grupo de “ex-gremistas dos tempos de colégio”.
Não tenho grupo de gremistas lulistas.
Não tenho grupo de gremistas bolsonaristas.
Resumo da ópera: não tenho qualquer grupo de “uatz” vinculado ao futebol.O que aconteceu ontem na rede social foi grave.Distribuir prints de um grupo de watsapp denominado “cornetadoRW” (atribuindo ao blog) é de uma torpeza impressionante. O blog já sofreu isto.Nos tempos do blogspot houve ataques semelhantes.Veja no final deste post o link “capitão do Mato e o anominato”.
Agora encerrou.Assuinto sobre o GrêmIo Football Porto Alegre não terá espaço no CornetadoRW..APENAS para aqueles que se referem a história do clube.É muita toxidade em parte da rede social.Não nos obriguem a ir na delegacia de crimes cibernéticos para “quebra de dados”O blog não está no ar para isto.
Vamos avançar
A pauta agora é IVI,Texas e Grêmio da História.Leiam no final do post as razões que levaram o blog a suprimir comentários.
Parte II.A IVI e o jogo “que eu não vi”.

Com exceção dos 15 minutos iniciais, o Flamengo dominou o Inter.Diga-se: massacrou no segundo tempo.Não houve ‘igualdade”.
Não foi o que a IVI viu.


As razões que determinaram o encerramento dos comentários no blog cornetadorW

http://cornetadorw.blogspot.com/2017/08/os-capitaes-do-mato.html