

Como todo católico praticante sabe, a infalibilidade do papa não é tudo isso.
O papa continua sendo um ser humano sujeito ao pecado e necessitado de confissão como qualquer fiel. A infalibilidade papal não se aplica a todas as suas manifestações, e exclui, por exemplo, entrevistas e comentários sobre temas como o futebol.
Mas na noite de ontem e nessa madrugada, o Papa Paulo VII seguiu intocado e foi elogiado pelo histórico ex-craque dos times da IVI, F. Baldassso, que acha que a condição de papa para Paulo Pezzolano parece pouca coisa ainda. Ele afirmou na introdução do seu comentário depois do jogo, que o técnico compatriota de Luis Suárez é mais que papa, é um mágico.

O comentário de Baldasso criou uma trinca no vestiário dos jubilados. O companheiro de zaga de Baldasso no time da IVI de 2015, A. Ernst, por exemplo, questionou o papa Paulo Pezzolano VII na coletiva pós-jogo sobre suas falhas contra o Remo no estádio próximo ao viaduto Mazembe.
Nas primeiras horas da manhã de hoje, corneteiros colaboradores do blog observaram um movimento de dentro pra fora do apartamento papal do palácio apostólico vermelho da beira do lago Guaíba, assim como Ernst já tinha feito ontem mesmo.
Procurando bem na História é possível que se encontre alguma referência sobre o assunto, porém, depois da consagração por Baldasso, que, se como tudo indica o vestiário da IVI toda rachar, corre o risco de ficar sozinho nessa, na atualidade só Paulo Pezzolano VII pode ostentar a alcunha de “O Papa Mágico“.