
Quando a maioria absoluta dos corneteiros da resistência contra a IVI já imaginava que a velha dama da mídia futebolística gaudéria tinha chegado ao fundo do poço, eis que, outra vez, ela se supera.
Num movimento inesperado, em vez de afundar mais ainda no lamaçal vermelhento a Imprensa Vermelha Isenta dá um salto triplo carpado em direção ao céu e se refugia na fé cega de uma nova corrente de pensamento religioso, a Teologia da Liberação, cujo único princípio conhecido é o “liberou geral!“. Qualquer barbaridade está valendo para os galhardos craques da IVI, inclusive eleger um novo papa, sem medo da excomunhão.

A fumaça vermelha do bunker-vaticano da IVI indicou a eleição de Paulo Pezzolano VII, o novo pop star das áreas técnicas dos estádios brasileiros, quiçá do mundo.

Diogo Pipoca, o “cérebro” da IVI não hesitou em usar o turíbulo com muita prodigalidade e incensou sua santidade para quem reivindica um prêmio (sem especificar o tipo).
Sim, sim! Prêmio para um treinador que teve 5 (cinco!) vitórias, fez 23 pontos e tem aproveitamento de 34,8%, até agora, no Brasileirão 2026. Isso, depois de um início de ano em que perdeu o Gauchão para o massacrado, condenado, pisoteado, e outros tantos “ados”, Luís Castro, frequentemente designado de “portuga” ou “português” pela IVI, diferentemente do papa Paulo VII, que não é chamado de “uruguaio” ou “urugua”.
A mui leal e valerosa Imprensa Vermelha Isenta já tinha feito uma tentativa de consagrar o agora papa vermelho com um título eclesiástico de alta hierarquia logo depois da Copa do Mundo deste ano, indicando-o como Cardeal do Uruguai, que assumiria a Celeste Olímpica depois do fracasso na América do Norte que, por ironia, foi cair nas mãos de Diego Forlán, aquele mesmo que rescindiu “na faixa” em 2014, segundo a IVI à época, com o clube do Menino Deus e anos mais tarde cobrou 8 milhões (mais ou menos 12 milhões, atualmente) pela saída “amigável”.