
A IVI é um fenômeno midiático-futebolístico-profissional-empresarial-antropológico-sociológico-histórico do Texas-BR existente há décadas e descrito pela primeira vez neste blog, criado há quase quinze anos.
Ricardo Wortmann, o RW, identificou, pesquisou em fontes primárias e forneceu várias chaves interpretativas para facilitar o entendimento da tendenciosa cobertura da imprensa dita isenta do futebol gaúcho desde, pelo menos, o ano de 1940 e registrou a sigla já incorporada ao léxico do Texas, no Dicionário de Porto-Alegrês, do Prof. Luís Augusto Fischer.
Uma daquelas chaves é o uso do manto vermelho da invisibilidade pela IVI durante as passagens mais desastradas, negativas e perdedoras do time do seu coração isento.
Nos títulos e matérias da IVI, por exemplo, o clube do Menino Deus nunca perde um grenal.
Nas capas do jornal do bunker da IVI de 50 e 40 anos passados, aproximadamente, após vitórias do Grêmio nos grenais n° 224 e nº 299, não se encontram referências ao nome do time derrotado e, já nos tempos de jornal a cores, nenhum tom avermelhado, sequer. Em síntese, não dá pra saber sequer que o jogo foi um clássico grenal!


na edição em preto e branco, de 1976, só tem uma ideia do adversário do Grêmio quem reconhece Marinho Peres e Manga na foto; na capa colorida, de 1989, sequer isso é possível, pois além de não se ver a cor vermelha, tampouco aparece qualquer jogador do time que acabara de sofrer o gol ilustrado pela foto
E assim foi hoje na primeira página de GZH. Aparentemente só há problemas no Grêmio e não está rolando uma polêmica nacional envolvendo o Inter e mais um caso de possível fraude processual no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o STJD.

Além disso, o clube do Parque Marinha do Brasil parece estar navegando numa ótima campanha no campeonato brasileiro, apesar das quatro derrotas seguidas.
Derrotas que, a propósito, foram referidas pela pena polida de R. Divério como uma simples crise de ignorância da instituição, que estaria “sem saber o que é ganhar há quatro jogos“.
