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Já de volta de à sua plataforma de lançamentos, em Ibirubá/RS, o corneteiro Czanatta espantou-se com a memória seletiva da IVI.
Curiosamente, do Congo, a única lembrança vermelha isenta é que em 1974, na Copa da Alemanha, o país se chamava Zaire. Um fenômeno que tem uma ligação subterrânea com a sumária eliminação do ano de 2010 dos calendários da IVI.

Enquanto isso, uma fonte que muito pouca gente lê, o “site irmão” – como o chama, com aquela sua singeleza retórica característica, o presidente de honra Maurício Guinaçççú – relembrou uma ligação mais quente com o Congo, destino de refúgio do editor-chefe do blog quando a euforia vermelha isenta ultrapassa 9,9 graus na escala IVISTER.
Como anotou o coordenador da Central de Resistência contra a IVI da Região do Alto Jacuí, neste episódio em que voltou cinco décadas e pulou por cima da de 2010, a IVI parece aquele cidadão veteraníssimo que lembra do primeiro beijo na esposa, mas não lembra do último!!