Corneta do RW

A dupla dinâmica do Café com Vinagre

É dureza. A insalubridade da atividade de monitoramento da IVI está alcançando níveis críticos.

Felizmente, o blog conta com a colaboração de corneteiros muito fortes e saudáveis.

Direto de Ibirubá, por exemplo, chegou o comentário sobre o surto de raiva incontida do eterno Capitão da IVI durante a transmissão da partida em que saiu vencedor o campeão brasileiro de 1988, na casa do mesmo adversário, às margens do rio-lago Guaíba.

O plantão Flávio Fiorin sugeriu que o clube do coração do Capitão Reche teria que torcer pelo o do arquirrival Renato Portaluppi para não afundar ainda mais na tabela do Brasileirão. Foi o que bastou para o Capitão espumar uma baba vermelho-escura pelos cantos da boca, enquanto vociferava que “respeita os números”, e isso mais aquilo do seu repertório de “40 anos de credibilidade”.

Passaporte obrigatório para trabalhar com o Capitão

Como observou o corneteiro Zanatta, descobriu-se uma nova norma no RH da rádio Nal-Nal, da IVI da Orfanotrófio, quase nova Ipiranga: só se contratam novos profissionais que disponham de passaporte de Concórdia, Santa Catarina, nas páginas do qual é carimbado em letras tamanho garrafão de vinho: É PROIBIDO CONTRARIAR O CAPITÃO.

O Ordenança Sinott foi aprovado com louvor no estágio probatório e, hoje, segundo atentos ouvintes que usam protetores auriculares para acompanhar o Café com Vinagre, fez mais uma demonstração de lealdade e parceria incondicional, que vai formando um dos duos mais icônicos da Imprensa Vermelha Isenta.

Depois do Capitão se referir que “um colega nosso disse que o Grêmio não seria o Grêmio se não fosse o Renato“, o Ordenança Sinott chutou a bola levantada com todo ardor: “quem foi este imbecil?“.

Naturalmente, ambos estavam se referindo, pelas costas, ao representante gremista nas bancadas da Nal-nal até há alguns dias atrás e que hoje faz parte de duas equipes de canais de streaming identificados com o Grêmio.

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