Corneta do RW

Capitão “pro bono” Reche, o ‘adevogado’ do Juventude

Como divulgado aqui no blog, o eterno Capitão da IVI, Patrono da IVI do Século XXI, resolveu advogar de graça pelo Juventude, todo elegante em sua beca verde com enfeites vermelhos, e protocolou uma Ação Revisional no glorioso INTER‑IVI, tribunal tão peculiar quanto seu presidente, Maurício Guiñaçççú Saraiva, que anda num nível de isenção vermelha capaz de conceder liminar até para pedido de música no Fantástico, quando seu clube do coração que é contemplado com três pênaltis na mesma partida, mas desperdice um deles.

Juventudista desde o berço, o Capitão agora estaria até articulando na Serra a criação da IVI verde, uma espécie de imprensa isenta… só que no modo clorofila, para equilibrar a paleta cromática do mundo jurídico‑esportivo do Rio Grande amado e esgualepado pela FGF, segundo o próprio.

Capitão Reche na cerimônia em que recebeu o título de Patrono do Século XXI da IVI

O Capitão pro bono Reche segue sua cruzada justiceira para anular as finais do Gauchão 2026.

Repete em cada canto e hora, da sua meia dúzia de espaços de fala nas mídias e 14 horas diárias de microfones de todos os tipos que não era para o SCI ter tomado três no grenal 450; que Bernabei não mereceu ser expulso; que Pavón deu um pontapé nele; que Artur é que deveria ter levado cartão vermelho; que Carlos Vinícius interferiu no lance do gol de Amuzu; que o áudio do VAR do grenal 451 “dá pena”; que o Juventude foi prejudicado três anos seguidos pela arbitragem em favor do Grêmio… e até lembra que Leandro Colorau Vuaden (!) se despediu da arbitragem ouvindo o VAR para apitar um pênalti sobre Luís Suárez…

O Capitão pro bono Reche segue como adevogado que não abre mão do jus sperneandi em favor do clube vizinho ao Parque Marinha do Brasil, mesmo que tenha que fazer um atalho pelo estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, para trazer o Juventude para a lide como “terceiro interessado”.

Tudo isso, sem jamais abrir mão de ostentar com orgulho nas faces rubicundas os seus “40 anos de credibilidade“.

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