
O editor-chefe do blog compartilhou hoje cedo no perfil @cornetadorw do X (antigo Twitter) o vídeo disponível ao final deste post, abrindo a público o “transtorno de depois dos 30” que tem enfrentado nesta temporada da bola de 2025.
Mas já deste ontem à noite, começaram a chegar à redação relatos de vários casos de corneteiros atingidos por um mesmo tipo de mal-estar, seguido de alterações emocionais ou comportamentais.
O fato comum a todos eles é que, aparentemente, o gatilho foi o ruído de apito usado por árbitros de futebol. Como exemplo, segue a transcrição do relato de um corneteiro do Vale do Sinos, colaborador do blog, que por preservação da sua privacidade, omitimos o nome:
“Passo para dizer que estou com medo.
Parece que paira sobre o mundo da bola um ser misterioso…. dizem testemunhas isentas que não é uma mão invisível; já os caça-fantasmas afirmam que é sim, uma enorme e muy amiga mão, com tons de vermelho e branco…aliás, sempre eficiente no seu efeito aterrador, porque age no apagar das luzes para aumentar o impacto de seu espectro gigantesco…”

Como já bastante debatido aqui mesmo no blog, há uma unanimidade de que “a banca paga e recebe“, sendo que, considerado um período suficientemente longo como, por exemplo, uma temporada de futebol, ela sempre recebe mais do que paga.
É por isso que no caso em voga, pelo tanto a mais que a banca tem pago, muitos observadores atentos estão perplexos.
Até o momento, só é possível especular sobre duas prováveis causas para que isso venha ocorrendo: ou há um mau funcionamento da ‘roleta’ eletrônica ou o cliente muitas vezes premiado aprendeu como funciona o algoritmo do jogo digital e sabe que se fizer certos movimentos, nos momentos certos, o resultado será sempre a seu favor.
Uma terceira causa possível não pode ser aventada neste momento, pois carece de materialidade e indicação de possível autoria.