Corneta do RW

A IVI adota a tática da ‘compactação do bloco’

Capitão da IVI não foge da responsa da liderança, mesmo arriscando seus “40 anos de credibilidade”

Que a IVI atua em bloco, no ataque, na construção e no desarme, com toda sua atuação arreglada de antemão, não restam dúvidas para quem segue o blog há tempos.

A novidade destes dias é que a IVI radicalizou na tática. A Imprensa Vermelha Isenta apelou para a compactação do bloco. Agora a IVI diminuiu a “distância entre as linhas” para melhor defender (o SCI), fazer o meio (troca pautas entre si) e atacar (o Imortal Tricolor).

Como os voluntários da luta de resistência contra a IVI têm feito grandes esforços e alcançado maior repercussão da sua causa, os “isentos vermelhos” passaram a jogar em bloco compacto, porque é sabido que esta estratégia dificulta a criação de espaços pelo adversário.

Neste exato momento, há dois movimentos defensivos em bloco baixo e um de ataque ocorrendo apoiados na tática do bloco compacto da IVI .

Na defesa, chega a ser comovente a iniciativa uníssona dos isentos vermelhos pedindo ‘encarecidamente’ para a torcida vermelha não vaiar o time, que anda uma draga correnteza abaixo. Ou no mínimo, segundo ivistas menos cotados, “deixe pra vaiar só depois do jogo“…

No ataque, vários craques avançaram batendo simultaneamente em Arthur, que um dia foi comparado pela IVI com Charles, um dos craques do álbum dos ídolos da IVI (relembre clicando AQUI). A linha é sempre a mesma, isto é, para a IVI a contratação do Rei Arthur foi mau negócio. Os ataques variam desde “não é mais o mesmo”, “não fez nenhum grande jogo ainda”, etc., etc… e vêm de craques da IVI como o Capitão Reche, o presidente de honra Maurício Guinnaçúú Saraiva e Régis Ramos, zagueiro dos dois últimos times da IVI escalados, em 2022 e 2023.

Mas o grande destaque é a defesa de Ramón Días, que o bloco compacto da IVI elevou ao patamá de “técnico argentino mais vencedor”(!). Nessa brincadeira, se foram para o olvido, sem pena: César Menotti, Carlos Bilardo, Marcelo Bielsa e Lionel Scaloni, entre outros.

Marcelo Gallardo, por exemplo, tem a metade do tempo de serviço de Días – que atua há 30 (trinta) anos e conquistou uma Copa Libertadores (1996) – e já conta no currículo com uma Copa Sul-americana (2014) e duas Copas Libertadores (2015 e 2018) em quatorze (14) anos de carreira.

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