Corneta do RW

As maiores dores da IVI no século XXI

Hoje é o futuro da IVI que foi fundada na primeira metade do século passado

A IVI sofreu demais com a inauguração da Arena do Grêmio no ano de 2012.

A IVI sofreu mais ainda durante 2023, com a passagem pelo Imortal Tricolor de Luis Suárez, o maior jogador estrangeiro que já defendeu um clube do RS.

E agora, em julho de 2025, a IVI padece e cambaleia dorida depois da compra e doação da Arena pelo empresário gremista Marcelo Marques.

Por uma questão de justiça, não se pode dizer que a IVI deixou em qualquer desses casos de obedecer aos princípios fundamentais da sua constituição tácita, quais sejam: falsa isenção e imparcialidade; clubismo disfarçado; abordagem desigual de assuntos de mesma natureza; distorção da história da dupla grenal por meio de erros e omissões favoráveis ao “nal” e negativos para o “gre e o negacionismo em relação às suas próprias práticas.

página nº1 da Constituição Tácita da IVI

Neste momento de choque, o Sexteto de Ouro da IVI tem se debatido e procurado qualquer forma de diminuir, menoscabar, ironizar e desqualificar o gesto da doação do estádio e seu autor.

O eterno Capitão da IVI, Luiz Carlos ‘Capitão’ Reche, elegeu-o como desafeto e dedica uma hora de seu monólogo diário a levantar suspeitas, perorar pela grandeza da “instituição” que não precisa “viver de esmolas” e outras cismas que lhe passem pela cabeça ou sejam sopradas por quaisquer colaboracionistas de ocasião.

O Decano da IVI, Hiltor ‘Decano’ Mombach, foi se aconselhar com quatro advogados anônimos para revogar a possibilidade de que alguém pudesse fazer uma doação como a que envolve a Arena, sentenciando que tudo não passa, na melhor das hipóteses, de uma “permuta”.

O Zidane da IVI, Diogo ‘Pipoca’ Olivier, se superou. Foi buscar comparações com iniciativas de outros torcedores endinheirados mundo afora para desvalorizar o feito que está presenciando, até chegar ao ponto de dizer que Marques, para o bem dele, “não pode ser cobrado” por fazer mais investimentos no futebol do clube.

O CEO Espanhol da IVI, Leonardo ‘Papoula Oliveira, por sua vez, prega que a Arena “não pode virar um elefante branco”, comparando com o incomparável, como Diogo Pipoca, um estádio no Humaitá, Porto Alegre, com um centro de eventos em Miami Gardens, na capital da Flórida, que até circuito de Fórmula 1 tem.

O Presidente de Honra da IVI, Maurício ‘Guinazuu’ Saraiva, para não deixar por menos, combate pelo direito de Marcelo Marques receber seu dinheiro doado de volta, porque, segundo ele, foi assim com Paulo Nobre no Palmeiras.

O Chefe da CIA (Comissão Isenta de Arbitragem) da IVI, Diori ‘Lanterna Verde’ Vasconcelos, estava de férias quando estourou a bomba, mas é bem provável que, em breve, venha a identificar e denunciar algum problema insolúvel na Arena para operação e segurança do VAR e do futuro detector semiautomático de impedimentos.

O Oráculo da IVI, Carlos ‘Oráculo’ Guimarães, agregou-se ao Sexteto ao se tornar um arauto dos padrões e ritos da democracia dos clubes do futebol registrados pela História. Tudo, naturalmente, pelos subidos ideais oraculares do esporte bretão e não por qualquer apavoramento provocado pela previsível eleição de Marcelo e sua participação, desde já, na construção do futuro do futebol do Grêmio.

Nos dias que correm, o Sexteto da IVI ainda consegue se refrescar chafurdando em críticas – procedentes, diga-se de passagem – ao péssimo desempenho do time do Grêmio nas competições do ano e se enxugar com os panos que passa para as performances meia-boca do seu clube do coração.

Apesar disso, tudo indica que os novos tempos da Arena ainda trarão muitas dores para a Imprensa Vermelha Isenta. Afinal, o futuro do Grêmio recém saiu do forno…

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