Corneta do RW

Diogo Pipoca faz 130 milhões “virarem troco”

É isso mesmo. Acredite, se quiser.

O Zidane da IVI, Diogo Pipoca Olivier, fez mais uma das suas jogadas cheias de isenção vermelha isenta. 

Pipoca é mais um do “Sexteto de Ouro” que revela pavor diante da perda da pauta negativa da Arena do Grêmio, o que vem demonstrando diariamente no Sala de Babação com piadinhas, ironias e risinhos de nervoso.

Pioneiro criador de crises sobre o novo estádio, ganhou o apelido porque dedicou uma coluna à “crise de abastecimento da pipoca”, logo após o jogo inaugural em dezembro de 2012.

Naquele estilo insidioso, tentando diminuir o tamanho da notícia positiva sobre a Arena e usando do recurso da comparação entre situações incomensuráveis, encontrou um inglês que investiu bilhões de libras em ações do Manchester United para se tornar o manda-chuva do futebol do clube-empresa do qual é torcedor.

Buscar o exemplo de um time chamado “Reds” foi mera coincidência, dizem os críticos do camisa 10 da IVI. Segundo eles nem um cracaço como Diogo Pipoca seria capaz de um toque tão sutil de corneta subliminar.

Depois de gingar fazendo firulas com a bola dominada por meia dúzia de parágrafos cheios de preconceitos disfarçados contra Marcelo Marques, Diogo concluiu a jogada no estilo característico do time da IVI.

Enquanto os milionários colorados que emprestam dinheiro ao clube do Menino Deus e podiam ser chamados de “vovô do supermercado” ou “tiozão da soja” são referidos como ‘mecenas’ ou ‘investidores’, os patrocinadores individuais do Grêmio são tratados como “tio do arroz” e, no caso da compra da Arena, segundo a coluna de fim de semana assinada por Diogo Pipoca, “homem do pão”.

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