
Episódio nº3 da minissérie “O pesadelo do Capitão” estreou na sexta-feira, 4/7, à meia-noite
Os leitores e corneteiros têm conhecimento de que na última passagem de Renato o blog se alinhou aos seus críticos. Crítica essa restrita ao seu desempenho profissional naquele período e jamais à sua condição de ídolo de todos os gremistas como atleta e treinador campeão da Copa Libertadores da América, além da grande conquista mundial de 1983.
Mas antes de qualquer outro objetivo, esse é um blog de resistência contra a IVI e por isso sempre se posicionou em defesa de Renato quando ele, que há mais de quarenta anos é alvo dela, era acossado por exorbitantes críticas isenta vermelhas, de cunho notoriamente clubistas, como se pode rever nos exemplos seguintes (clicar nas imagens para ter acesso aos posts históricos).


A Rede de Monitoramento dos Corneteiros da Resistência contra a IVI, a REMOCRIVI, esteve atenta desde o final da partida das quartas de final da Copa do Mundo de Clubes entre Fluminense e Al-Hilal à espera das reações do eterno Capitão da IVI nos seus perfis, canais e no rádio. E não deu outra.
Hoje, na primeira hora do seu Café com Vinagre, o Capitão usou de todos os recursos para diminuir o impacto e a importância da vitória do Fluminense diante do time milionário da Arábia Saudita.

Ele censurou mensagens do zapzap, o que o obriga a ficar balbuciando no microfone, e áudios de ouvintes, os quais ele corta assim ouve uma primeira palavra que o desagrada.
Ele que é sempre tão empolgado com valores do futebol em geral e de premiações em especial, hoje cedo demonstrou “preocupação” até com os impostos que o Fluminense vai pagar e que, naturalmente, reduzirão o valor que vai para o caixa do clube!
Além disso, apesar de costumeiramente demonstrar que é um cidadão orgulhoso das nossas façanhas, notadamente as de seu clube do coração, subestimou mais uma vez o aposto “Gaúcho” que Renato, tal como Ronaldinho, carrega mundo afora divulgando o estado do RS, ao afirmar com veemência que uma pauta entusiasmada e enaltecedora sobre a passagem do tricolor carioca para as semifinais sob o comando do ídolo da torcida gremista era coisa para as rádios Globo e Tupi, do Rio de Janeiro.
E seguiu assim o eterno Capitão da IVI, chapinhando sobre o café azedo derramado e sapateando sobre suas más lembranças de torcedor em que Renato foi protagonista, até, pelo menos, o horário em que os nossos rádio-escutas voluntários, extenuados, abandonaram os postos para tomar seu comprimido matinal de dramin, por recomendação da área de saúde ocupacional do Grupo RW de Comunicação.