
Nestes tempos em que novos erros tecnológicos de árbitros humanos do VAR foram agregados aos velhos erros humanos dos juízes de campo, o ex-isento vermelho, titular absoluto dos times da IVI de 2013 a 2019, Leandro “Manteiga” Behs se tornou consultor da CIA, a Comissão Isenta de Arbitragem, o braço de análise de arbitragem da Imprensa Vermelha Isenta.
Numa partida de terceiros em agosto de 2024, entre Vitória e Cruzeiro, Behs se indignou e lançou no seu perfil da rede antes conhecida como Twitter: “a mão amiga, na hora difícil“, porque Matheus Henrique, ex-Grêmio, marcou um gol que juiz e VAR validaram, sem considerar as reclamações sobre toque de mão antes do final do lance.
Num esforço hermenêutico espetacular, o corneteiro de Novo Hamburgo, Prof. Evandro A. Schuler, “captou a mensagem” oculta por trás da ironia e fez profunda pesquisa bibliográfica para revelar o que haveria por trás da expressão usada por L. ‘Manteiga’ Behs.
A surpresa do professor foi que, embora não tenha encontrado referências em livros ou artigos acadêmicos, um estalo de memória o ajudou a resolver a questão: a filosófica elocução “a mão amiga, na hora difícil“, durante anos, foi o slogan de uma conhecida funerária do Vale do Sinos!

Ontem, curiosamente, Behs abandonou o tom grave da manifestação de meses atrás e “se puxou” no portuñol para cornetear um perfil colombiano que reclamava da expulsão de um jogador do Nacional da Colômbia.
Estava lançada oficialmente a escala BEHS de indignação por erros de arbitragem!!!
Aliás, na 2ª rodada do Brasileirão a escala BEHS já tinha sido testada, coincidentemente num jogo do Cruzeiro, que estava equilibrado, até o agente funerário, digo, o juiz de campo, devidamente vestido de preto, expulsar um jogador cruzeirense que sequer falta fez, segundo comentaristas d’Além-Mampituba.
O professor Schuler, além de mais essa valiosa colaboração, enviou sugestão ao Departamento de Estatística e Plantão Esportivo do blog para que seja elaborada tabela comparativa por clubes, atualizada a cada meia dúzia de rodadas, em que se registre o número de vezes que será utilizada a escala BEHS de indignação por erros de arbitragem até o final do Brasileirão 2025.