
O atual diretor esportivo do SCI, A. D’Alessandro há anos foi empossado “Juiz da Comarca” aqui no blog pela sua postura useira e vezeira de apitar as partidas enquanto era jogador profissional. Mandava e desmandava nas arbitragens, em especial, nos jogos no estádio que invadiu a Av. Padre Cacique.
Eis que o grande “analista de arbitragens” Diori “Lanterna Verde” Vasconcelos – ninguém mais habilitado aliás para escrever sobre um ex-“juiz” – escreveu uma coluna espetacularmente contraditória sobre entrevista após o jogo noturno em Ijuí, nesse 12 de fevereiro.
Diori sustentou a tese de que o Juiz da Comarca fez o que sempre fez dentro de campo, “voltou a falar sobre a arbitragem do Gre-Nal, ocorrido quatro dias antes…criticou critérios, apontou lances, questionou a escolha do árbitro de vídeo Daniel Bins e sugeriu que ele não fosse mais escalado para jogos do Inter, especialmente em um eventual novo clássico no Gauchão”…,mas foi “sem querer“!
Segundo o arrazoado do Desembargador Diori da Corregedoria da Justiça da IVI, “o diretor esportivo colorado …estava diferente…parecia desconfortável ao reclamar da arbitragem do último clássico…como (se)…não…tivesse vontade de fazer.
Naturalmente, antes de concluir a peça processual, Diori forçou analogias para puxar exemplos azuis na tentativa usual de “contrabalançar” a gangorra da dupla grenal em todo e qualquer assunto.
Foi com o brilhantismo de um ministro do Inferior Tribunal Eleitoral da Resistência contra a IVI (INTER-IVI) que logo antes de assinar sua acachapante sentença, lascou: “a entrevista…em Ijuí, chamou a atenção menos pelo conteúdo e mais pelo tom porque o discurso não teve a ênfase habitual do argentino“.
Isto é, para Diori “Lanterna Verde” Vasconcelos, o Juiz da Comarca, conhecido país afora como jogador reclamão, disse as barbaridades que sempre disse dentro e fora de campo, mas, por não ter dado os chiliques que sempre deu, deve ser absolvido por falta de provas.
.Ass. Petroleiro de Rio Grande || contato: petroleiroRG@gmail.com