Fotografia: Aires Zingano Redação: Aldo V e RW

Depois do(s) racha(s) no vestiário do Conselho Editorial do blog, finalmente, saiu o time da IVI 2023!
Este ano o escrete vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante, vermelhão, estreia um novo uniforme em homenagem ao time do Juiz da Comarca Dalessandro. Registre-se que nenhum ivista frequenta a parrrilla La Boca, de Porto Alegre, que é inteiramente decorada com cores e símbolos do Boca Juniors, além de inúmeras imagens de Maradona, porque todos torcem para o River Plate por causa do portenho.
Presidente Saraiva
É um presidente que alia duas qualidades marcantes: falsa isenção encravada e dissimulação discursiva latejante.
Venceu uma eleição que era dada como perdida pelos analistas políticos da IVI e experts estrangeiros em votação eletrônica. Surpreendeu pela enorme notoriedade e grande reconhecimento para além-Mampituba, por conta da imagem levada pelas tevês por assinatura às mais distantes latitudes do país em que há gremistas vivendo. Seu estilo incomparável, com um discurso viscoso e uma retórica que diz uma coisa enquanto na legenda aparece outra, arrebatou comitês de campanha país afora. Está sendo sondado pela Flapress para assumir o posto de assessor especializado sênior-plus.
Eduardo Gabardo
Azul fascinado pelo vermelho, é o divulgador dos salários dos jogadores do Grêmio. Não existe jornalista no RS que divulgue os salários dos jogadores vermelhos. Azar do tricolor! Gabardo no esquema tático do técnico Diogo Pipoca é um ala que joga pela direita.
Lucianinho Perico
Mereceu a titularidade em 2023. Em todos os jogos transmitidos pela TV ele lembra “que o Grêmio jogou a segunda divisão em 2.022”
Pedro Legado
Outro azul fascinado pelo vermelho, joga de “becão” no escrete dos isentos. Previu que a vinda de Suárez seria um fracasso. É uma espécie de Mãe Dinah azarada. Não tem um bom ambiente com o goleiro Capitão Reche. Nos bastidores faz militância para colocar Rafael Vermelho Colling no golo.
Ítalo Gall
É uma espécie de Bruce Willis da IVI da Orfanotrófio. Consumidor voraz de suplementos vitamínicos, até hoje nega que tenha usado algum o famoso comprimido azul. Seu grande projeto atual é derrubar Mano Menezes.
Capitão Reche
Tem dez anos ininterruptos de titularidade e é o capitão eterno do time da IVI. Dá nome ao troféu de craque do mês da IVI e ao selo de qualidade de trabalhos ivistas.
Fala 38 vezes por dia, entre a chuva constante de comerciais gravados e anúncios que ele mesmo lê, que tem “38 anos de credibilidade”, quando todo mundo sabe que só diz isso cada vez mais frequentemente porque tem sido pego no flagra a toda hora. Já rasgou a fantasia faz tempo, só falta sair gritando morro abaixo: “Meu coração é vermelho!”
Zé Alberto Andrade
Nascido e criado na IVI da Ipiranga. Está há 38 anos à beira do Dilúvio, o que o torna contemporâneo do Capitão Reche, em termos de início no rádio.
Depois de um grenal de 1992, em que estava escalado para cobrir o vestiário perdedor do Grêmio, fez grande esforço para superar um problema técnico e entrar no ar, mas o QG da rádio deu ordem para que só a comemoração dos vermelhos fosse transmitida. Segundo ele mesmo, foi quando “decidiu que não tinha mais time”. Entendedores entenderão. É vermelho isento, portanto, há ‘apenas’ 30 anos.
Régis Ramos
É sócio-atleta-fundador da IVI da Orfanotrófio. Há 11 anos joga, quase sempre, sozinho nas altas horas e madrugada.
Diz que foi zagueiro no futebol de várzea, mas no rádio joga como um típico “cão de guarda” do futebol texano. É manso e corre de um lado pro outro sem fazer muito estardalhaço, mas só até que algum desavisado contrarie sua opinião. Nessas ocasiões, destrambelha e roda as bombachas.
Como todo titular dos times da IVI de todos os tempos, tem memória prodigiosa para vitórias vermelhas e para derrotas e desastres azuis, lembrando até o minuto em que o tricolor gaúcho tomou algum gol. decisivo
Leonardo Papoula
Peça chave do esquema de Diogo Pipoca .Joga de 8,5. Já leu 5 vezes o livro “A vida e a obra de Coudet”. Enfrenta um problema crônico: sobrepeso devido a ingestão diária de 22 cacetinhos com sementes de papoula. Sofre a perseguição de Justo Guerra na mídia que também deseja colocar Benfiquinha no time.
Hiltor Mombach
É o decano da IIV. Devido as suas condições físicas pediu ao técnico Diogo Pipoca para “jogar fincado na na marca do pênalti”. Na sua agenda (guardada em um cofre) constam 243 nomes de informantes tricolores (X9) que abasteceram a sua coluna na IVI do Centro nos últimos 30 anos.
JB Filho
É um orgulho da Comissão Técnica dos cascudos da IVI, pois foi lapidado por vários deles e hoje é um craque que joga em muitas posições.
É subcomandante júnior da brigada de incêndio da IVI, comandada pelo tenente-coronel Diogo Pipoca, que não deixa se criar qualquer faísca pros lados do Menino Deus. Segundo seus companheiros de time ele é um cracaço, pois não trabalha com opinião, só notícias, o que torna sua função tática muito mais complicada.
Diogo Pipoca
Técnico da nova safra. Era considerado o Zidane vermelho quando atuava dentro das quatro linhas. Tem canal direto com o Presidente Saraiva. Não gosta do futebol do decano Hiltor Mombach, mas não tem coragem de sacá-lo do time. Teria dito para o becão Pedro Legado “está chegando a hora de colocar o movediço Benfiquinha”.
Diori lanterna verde Vasconcelos
Jogador maratonista. É o bruxo de Diogo Pipoca. Faz o facão pelo lado esquerdo. Na mídia isenta nunca conseguiu enxergar um pênalti a favor do Grêmio. Na sua mesa de cabeceira tem a foto de Leandro Vuaden. Presidente eleito 2022 ,perdeu o trono para Maurício Guinaççu Saraiva em 2023. Segundo o colunista José Barriovelho. Diori concorrerá em 2024 com o apoio de Delcir Sonda e da Associação dos Juízes de Futebol Aposentados.