
Dona Isaurinha nasceu em Cachoeira do Sul – é conterrânea do ex-global Régis Rösing, entre outras figuras menos cotadas também ligadas ao futebol – e fez 100 anos em janeiro deste ano.
É personagem famosa no Parque da Redenção. Tem memória intacta e há quem diga que teve um namoro na adolescência (que ela não confirma) com El Cid Cabral, patrono da IVI, que não durou muito, por motivos clubistas, é claro.
No blog tem lugar de honra entre os eruditos da história da política interna do Grêmio e da Imprensa Vermelha Isenta do Texas.
Por isso, faz jus a “informação privilegiada” (inside information, para o pessoal da bolsa de valores e das apostas em futebol) sobre a escalação anual do time da IVI.
Perguntada pelos amigos e companheiras de chá sobre o time de 2023, manteve a discrição, mas não deixou de se manifestar fazendo referência a um grande marco da consolidação da IVI: a invasão das redações esportivas, no final dos anos 60 do século passado, por ex-dirigentes do SCI conhecidos como “Os Mandarins”.