

No Brasil tinham grandes centroavantes. Mesmo assim a seleção brasileira de 70 e a Bola de Prata do mesmo ano preferiram o ataque móvel sem o “nove de oficio”.
No Texas houve gritaria contra a Bola de Prata. Queriam Claudiomiro. Deu a dupla Samarone e Tostão.
Para quem não se lembra de Samarone vale a pena ler o Tardes de Pacaembu no final do post.
Chegou com enorme desconfiança da torcida do Flu (oriundo da Portuguesa Santista) e virou ídolo jogando com 10.
No time campeão do Robertão de 1.970, o noooooove era o Mickey.


