
Welington Martins e Gilberto do Bahia foram os nomes mais citados ontem à noite nas redes sociais.
Torcida do Grêmio assustada e a IVI tocando seus bumbos.

Martins saiu defenestrado daqui.Pela torcida e pela IVI.Abriu a metralhadora giratória contra seu ex-clube.
Agra tem apoio da IVI para jogar no Grêmio.

O Capitão Reche e Leonardo Papoula são os líderes da banda.
Reche no Café com Vinagre as 06:03 estava apoiando a vinda de um “volante com características diferentes” daqueles que estão no Grêmio.
Papoula na ZH de hoje está dizendo que Martins é “um bom nome” e que Gilberto “amadureceu”.

Me dizem que isto é “especulação da imprensa”.
Nada me acalma.
Rômulo,Galhardo,Madison,Maicosuel,Thiago Neves e tantos outros eram especulados e vieram para o tricolor.
Me deixem ficar nervoso.
Corneteiro escaldado tem medo de contratação de cascudo.
A insistência do Grêmio em procurar o “cão de guarda” (Musto e Cia) me lembra o “paradoxo 70”.
O que é o “paradoxo 70”?
Não adiantou o Brasil ter Clodoaldo com a número 5 na Copa do Mundo.Jogou demais.Contra o Uruguai e Itália fez partidas históricas.

Isto não foi suficiente para mudar a cabeça do Texas.
Jadir do Grêmio em 1.971 foi denominado como “cão de guarda” pelo Jornal “O Globo” depois da partida contra o Botafogo.
O avanço do ” cão de guarda ” tem sua consolidação no tri campeonato de Minelli nos brasileiros de75,76 e 77.
Caçapava até hoje é festejado por Justo Guerra por “ter atirado Rivelino na pista atlética” no jogo contra o Fluminense em 1.975.
O Texas (especialmente o vermelho) torceu muito pelo São Paulo em 1.977.Comandado pelo violento Chicão o tricolor paulista parou o “São Paulo no pau”.O pisão de Chicão em Angelo caido no chão entrou para história do futebol brasileiro.
“O lance de que foi vítima, na final do Campeonato Brasileiro de 1977 entre Atlético e São Paulo, é uma das mais tristes lembranças ds meus primeiros anos de torcedor de futebol. Junta-se a notícias ainda mais dolorosas, como as mortes do ponta-direita Roberto Batata, do Cruzeiro, e do meia Geraldo, do Flamengo, ambos falecidos no auge de suas promissoras carreiras. ” (Eduardo Lamas – Jornaista)

Sempre quando escrevo isto me incomodo.Minelli é o “pai do cão de guarda” no Brasil.No Texas foi o Grêmio com Jadir.
Ontem quando vi alguns gremistas saudando a possível contratação de Wellington Martins lembrei de uma matéria da Revista Placar de 1.980.
Não aprenderam nada com Clodoaldo em 1.970.Nem com Zito em 58 e 62.
O futebol brasileiro na década de 70 adotou o “cão de guarda”


